Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

domingo, 12 de agosto de 2007

A quem presto as minhas homenagens





Querido pai,

Passaram duas longas semanas, e o dia amanheceu lindo...Calmo e tranquilo...A Avó deixou isso, momentos de calma tranquilidade e de conforto de que tudo vai correr bem. Hoje acordei após uma noite cheia de sonhos agitados, sossegada e com aquela sensação de silêncio que senti após Ela ter deixado este nosso mundo na Terra. Percebi mais uma vez que está por aqui bem perto com o seu sorriso maroto e o seu vestido de flores brancas e amarelas num envolvimento branco...

Tenho saudades todos os dias...quero muito que todos nós estejamos unidos e felizes o mais que possamos.

Faço questão de valorizar ainda mais cada momento com cada pessoa que amo - o pai, os manos os sobrinhos o zef, o luís e os verdadeiros amigos....não me sinto tão só triste ou contento estou realmente acompanhada e hoje mais ainda com a avó e com a titi...lembrando-me em cada esquina de cada ensinamento de cada sorriso de cada raspanete...tão bom....às vezes o efeito da sabedoria e do ensinamento é retardado mas fica para sempre,,,,,,,,,.

Obrigada pai por ser tão importante.


Gosto muito de si

Joana







Querida Mãe que partiu…
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Obrigado Manas e Pai. Se puderem dar-lhe um último beijinho, foi por mim também. Vou pensar em vocês e na AVÓ.
Miguel
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Meu Querido Zeferino

Perdi a minha (nossa) querida Mãe JOANA que tanta falta me vai fazer.
Ela era uma grande MULHER era ÚNICA, como dizem as dezenas de amigos dos meus filhos, Ela era a querida AVÓ de todos nós, estamos todos muito abalados e muito tristes. Teve uma morte santa e muito calma. A dor que me dilacera neste momento é muito grande e só o tempo a poderá atenuar ligeiramente, porque eu era muito ligado a Ela afectivamente, como sabes, tratava-a como se fosse um bebé, como se de uma filha muito querida se tratasse, que necessitava de grandes cuidados, dadas as suas grandes maleitas. Todos sabemos o nosso fim e a maioria de nós recusa-se a aceitar desde sempre isso. Essa negação e o apego acabam por provocar grande sofrimento quando nos confrontamos com a realidade nua e crua. A minha Mãe cumpriu de uma maneira digníssima a missão dela aqui na terra e será lembrada por todos nós com muita saudade.
Embora me custe muito, penso que agora está bem melhor que nós, penso assim, como católico, que sou
. É preciso força agora e essa estou a tentar tê-la, com a ajuda preciosa, valiosa e imprescindível TUA, e dos meus maravilhosos Filhos e inúmeros Amigos, nos quais te incluo como o principal, e penso que o grande amor que lhe tentei dar é um grande legado que permanecerá para sempre entre a minha Mãe e eu.
Um abraço muito grande para ti deste coração muito triste e sofrido.
Sempre teu amigo e um muito obrigado pelo grande carinho e amor que sempre deste á minha querida Mãe que te adorava muito como sempre o mereceste pelo que fizeste por Ela e tens feito por mim.
Abraço forte
Álvaro

Obrigado pelas tuas palavras. Sabes que vocês são também a minha família e a tua mãe sempre foi uma "segunda" mãe para mim.
Sabes que podes contar comigo sempre em todas as circunstâncias com muito carinho.
Estes momentos são difíceis para todos, mas juntos temos de os superar.
Um grande abraço

Zeferino

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Querida Maria João

Perdi a minha querida Mãe que tanta falta me vai fazer.
Ela era uma grande MULHER era ÚNICA, como dizem as dezenas de amigos dos meus filhos, Ela era a querida AVÓ de todos nós, estamos todos muito abalados e muito tristes. Teve uma morte santa e muito calma. A dor que me dilacera neste momento é muito grande e só o tempo a poderá atenuar ligeiramente, porque eu era muito ligado a Ela afectivamente, tratava-a como se fosse um bebé, como se fosse uma filha muito querida que necessitava de grandes cuidados, dadas as grandes maleitas dela. Todos sabemos o nosso fim e a maioria de nós recusa-se a aceitar desde sempre isso. Essa negação e o apego acabam por provocar grande sofrimento quando nos confrontamos com a realidade nua e crua. A minha Mãe cumpriu de uma maneira digníssima a missão dela aqui na terra.
Embora me custe muito, penso que agora está bem melhor que nós, penso assim, como católico, que sou, como sabes. É preciso força agora e essa estou a tentar tê-la, com a ajuda dos meus maravilhosos Filhos e inúmeros Amigos e penso que o grande amor que lhe tentei dar é um grande legado que permanecerá para sempre entre a minha Mãe e eu.
Um beijo muito grande para ti deste coração muito triste e sofrido.
Sempre teu amigo
Álvaro

Querido Álvaro,
A tua Querida Mãe, que ontem nos deixou, deixou de sofrer e estará neste momento em Paz.
Está sobretudo nos nossos Corações e na nossa Memória.
Está no Relicário mais sagrado que alguém pode ter. Está e estará no teu Coração pelo grande Amor que sempre lhe deste.
Foste o filho mais querido que alguma mãe pode ter. Essa consciência de Amor dado, dar-te-á forças para ultrapassar estes dias tão longos de tanta Dor.
E ,se existe algo para além deste nosso Mundo, a tua Mãe ficará tranquila ao ver-te conformado e forte, junto dos teus Filhos e Amigos.
Sabes que estarei sempre a teu lado ,pela Pessoa que és ,pelo grande Afecto, carinho e Ternura que tenho por ti.
O meu coração está, e sofre também, contigo.
Um beijo muito grande, que eu quereria que te envolvesse num pouco de Paz.
Até já, querido Amigo!
Maria João
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É uma grande perda, a partida da nossa amiga D.Joana.
Avó Joana,
Quero deixar-lhe estas linhas:
Tenho pena de nunca lhe ter dito isto,
Sempre que a encontro , ficam-me na memória,
os seus gestos , os olhares das suas mãos
o seu sorriso tão puro de quem vê almas e corações,
segredos de quem se torna avó para sempre.
E isso fica-me gravado tão fundo na memória que não imagina.
Maior só a saudade que me deixa.

Ricardo Paula.
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Querido Dr. Álvaro,

Agradeço do fundo do coração a mensagem que me enviou.
O carinho que transmite é tão especial que deixa sem palavras.
Guardo no meu coração o cheiro especial da água-de-colónia, os bolinhos de garfo, as limonadas, o pedido a Nossa Senhora para terminar o meu curso, os telefonemas para saber quando é que ia jantar à Rua das Amoreiras, o cheiro a café depois das refeições, os Cds do Marco Paulo … isto e muito mais, não esquecerei nunca… guardo tanta coisa boa que sinto que sou uma privilegiada em ter a atenção especial da D. Joana.
Sei, porque sinto, que essa atenção é constante e eterna. Agora, lá de cima, a olhar para e por todos nós, temos mais uma estrelinha que brilha com a mesma força com que nos abraça e protege.
Mais que tudo, quero que saiba o grande orgulho que sinto em ter o Dr. Álvaro como Amigo.
Toda a sabedoria e carinho é para mim um especial motivo de orgulho, gosto e responsabilidade.
Este sentimento é permanente e intocável.
Um grande beijinho e amizade
Ana
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A tua Mãe deixou-nos um grande legado o Filho Álvaro, amigo 365 dias por ano. Para sempre o beijo da tua amiga

Clara Santa Rita
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Um beijo e um abraço grandes neste triste dia .especial, recordando o que de belo e doce sempre tveste,atuativeste. A tua estrelinha lá estará como a minha – a zelar por ti! Beijinho.
Teresa Santana

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Temos dado muitas gargalhadas e comungados alguns momentos de tristeza e este é um deles, mas os amigos estão presentes nos bons e nos maus momentos! Mas meu querido Álvaro ainda temos que rir e talvez chorar muitas vezes juntos. Estou contigo neste tão difícil momento
Um grande beijo da


Luísa Nogueira


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Meu querido e grande amigo estaremos sempre consigo. Merece todo o nosso respeito e admiração. Sinta na nossa força a sua própria força e nas nossas mãos o apoio e o calor da amizade.


Um grande abraço.


Alberto e Elsa
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Álvaro os meus sentidos pêsames nesta hora sempre difícil, porque Mãe há só uma. Os amigos estão sempre presentes em espírito. Se precisares de algo dispõe sempre.


Um forte abraço
Antero
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Querido Álvaro meu querido Irmão partilhei a minha dor orando a Deus e aos meus Guias e sinto que a Mãe Joana está bem e em PAZ. Minha Querida Mãezinha que Deus te aconchegue no colo.
Álvaro um apertado do teu Irmão


João Abreu
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Meu querido Álvaro
Imagino a dor que o dilacera neste momento, mas só o tempo poderá atenuar, sobretudo, quando somos muito apegados afectivamente.
Todos sabemos o nosso fim e a maioria de nós recusa-se a aceitar desde sempre. E essa negação E o apego acabam por nos provocar grande sofrimento quando nos confrontamos com a realidade nua e crua. A sue Mãe meu querido amigo cumpriu a sua missão aqui. Embora lhe custe está bem melhor do que nós. Força agora. O amor que lhe deu é um grande legado e permanece com vocês. Um beijo grande nesse coração triste, sofrido mas lindo. Beijo.
Dina Aguiar
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Recordaremos sempre os seus modos calorosos e afectuosos.

Um beijo com muito carinho.


Margarida e Juan
















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meu Amigo e meu Irmão


Perdemos as nossas Mães em tão curto espaço de tempo.

À tua MÃE quero deixar aqui a expressão do meu maior carinho,

que o teu para com a minha Mãe tão bem soubeste repartir.

Tal como tu me disseste,"estes momentos são difíceis e juntos temos que os superar".
Álvaro

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Ao Luis Duarte



“As artes plásticos são, desde sempre,
uma parte nobre do homem na sua
riqueza
e também na sua multiplicidade.
Fazem parte da cultura que todos nós
apreciamos.

Concedem-nos uma dimensão que nos
prolonga no tempo.
Emprestam-nos asas para voar,
transformam a realidade,
criam-na e recriam-na, ultrapassam-na,
ajudam a enriquecer o nosso
conhecimento e a nossa experiência.
Aproximam-nos, sublimam-nos.
Dão a moldura devida à nossa vida.”





Todas as palavras que ouvi sempre acerca de ti e com que me solidarizo com toda a minha alma, me emocionam e fazem chorar de um estranho, mas confortável e sincero sentimento.
Um forte sentido de justiça gere e desenvolve tudo o que se possa dizer a teu respeito.
Homem sensível e bom, sempre em busca de uma solidária felicidade possível.
Por isso meu querido Luís Duarte, sempre foste para todas as pessoas que te rodearam um ser superior
E tão inesperadamente partiste, deixando a grande saudade e dor de não te ter connosco.
A memória de ti e de toda e tua envolvência ficará para sempre, enriquecendo as nossas histórias vividas.
O abraço fraterno relembrando o companheirismo inseparável , que será impossível substituir.

Teu primo

Álvaro


foto de Luís Duarte Simões Gomes


Exmo. Senhor Presidente do Instituto Politécnico de Lisboa
Ilustres convidados.

Foi com grande satisfação que, como Director Coordenador do Espaço Cultural MAC-Movimento Arte Contemporânea, aceitei colaborar nesta prestigiante iniciativa com o Instituto Politécnico de Lisboa, que V. Exª dignamente preside.
O significado deste evento não precisa de maior aprofundamento do que aquele que os seus promotores lhe transmitiram, ao transformá-lo num encontro que se espera ser bastante enriquecedor e variado, no aspecto cultural e didáctico, com o envolvimento de alunos deste Instituto, o que se torna muito importante para as suas formações.
Em meu nome, do MAC e de todos os artistas aqui presentes, sendo muitos deles, ao longo dos anos, responsáveis por obras sem as quais a própria cultura portuguesa, dentro e fora do nosso país, não seria o que é, enriquecendo-nos com o seu talento, queremos felicitar V. Exas. e a toda a Comissão deste encontro, pela iniciativa de promoção e incentivo às actividad
es culturais e ainda ao grande empenhamento demonstrado pelo Exmo. Senhor Dr. Luís Duarte Simões Gomes na organização deste evento.
Queria também formular um agradecimento muito especial à Professora Drª Elsa Rodrigues dos Santos, Presidente da Sociedade de Língua Portuguesa, ao aceitar de imediato, o meu convite e do MAC, para estar connosco nesta mesa, como moderadora deste encontro, o que muito nos honrou.
Se me permitem ainda, um agradecimento pessoal, por um momento único e muito especial para mim e de grande emoção, por ter connosco uma das figuras mais marcantes do ensino em Portugal, um dos grandes professores metodólogos do nosso país, que sempre admirei e respeitei e a quem presto as minhas mais sinceras homenagens, pela consideração e grande estima que por Ele sempre nutri, ao longo de toda a minha vida.
A minha grande admiração por todo o seu valor e sabedoria que soube transmitir aos que tiveram o grande previlégio de o conhecer.


Por aqui estar, junto a nós, o meu bem haja Professor Dr. Luís Simões Gomes.

Muito obrigado a todos e os meus parabéns.


Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea


ACERCA DE…
MOVIMENTO ARTE CONTEMPORÂNEA – MAC

A colaboração que teve lugar na realização da 1ª Exposição de Artistas Plásticos Contemporâneos entre o Instituto Politécnico de Lisboa e o Movimento Arte Contemporânea veio dar notoriedade a um trabalho já longo na divulgação da arte contemporânea portuguesa na sua vertente pedagógica levado a cabo por este movimento. A isto não é alheio, certamente, o facto de o seu Director Coordenador, Álvaro Lobato de Faria, ter sido durante vários anos, docente e se considerar, ainda hoje, como um professor. Para além de procurar encontrar um público que aprecie e compre as obras dos artistas que consigo trabalham, há da sua parte, um forte interesse em atingir as camadas mais jovens da sociedade levando-as a um contacto mais directo e assíduo com a arte nas suas mais diversas expressões. Da pequena conversa que consigo tivemos ficamos a conhecer melhor o que é, afinal, o MAC. Tendo surgido em 1993, o MAC “abriu para ser visitado por todos, principalmente pelos alunos do ensino superior, para os estimular e incentivar para as diversas expressões artísticas contemporâneas” conforme nos referiu. Hoje, nove anos passados, entende que “o público-alvo tem sido atingido. Os jovens vêm e trazem consigo os pais, os diferentes membros da família e tem sido neste passar de gerações que se consolidou e fortaleceu o MAC”.
A designação de Movimento Arte Contemporânea justifica-se segundo ele, pelo desejo e vontade de se saberem sempre em movimento, mostrando o que há de novo e o que de melhor se faz no domínio da arte contemporânea em Portugal.
“Quem visita os espaços do MAC busca um mundo diferente que lhe desperte sentimentos e, normalmente volta a visitar-nos o que é para nós, muito positivo.”diz o galerista. Para incentivar as camadas mais jovens, o MAC tem sorteado serigrafias entre os que visitam a galeria, votando no artista que mais gostaram. Assim se motiva, de alguma forma, a discussão e o interesse entre os jovens visitantes. “Todas as escolas ou correntes de pintura e escultura nos interessam sob o ponto de vista artístico e evolutivo”, disse Lobato de Faria que não se considera crítico de arte apesar de já ter escrito sobre dezenas de artistas, pintores e escultores. “Faço-o mais de acordo com a minha sensibilidade, com o que sinto perante as diversas obras”. Entende que “a arte contemporânea está apesar de tudo pouco divulgada no nosso país” o que acontece, também, relativamente aos países de expressão portuguesa onde a sua divulgação e conhecimento deveria existir: “a presença da cor e da luz da terra portuguesa num desenho, numa aguarela, num óleo ou numa escultura era uma credencial, um vivo manifesto da arte que se faz hoje em Portugal” sublinhou. Por isso tem dedicado muito do seu labor a divulgar os nossos artistas em países de expressão portuguesa de que constituem exemplo as presenças recentes em Cabo Verde, no Brasil e na Guiné-Bissau.
Extremamente ligado aos seus artistas faz questão que o acompanhem com a sua presença nas exposições, conforme aconteceu na 1ª exposição levada a cabo no IPL, Álvaro Lobato de Faria tem procurado tornar a arte compreensível e apetecível para todos, acompanhando as diversas exposições já realizadas com palestras que profere com forte pendor pedagógico ultrapassando assim, o mero interesse comercial que todo o galerista, naturalmente, persegue. “Saber que posso, de alguma forma, divulgar a arte criando hábitos de amor, carinho e compreensão por ela é, para mim, motivo de grande importância e de orgulho. De alguma forma continuo a exercer o meu primeiro mister: a docência”, confessou-nos.

Luis Duarte Simões Gomes


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Dr Luis Simões Gomes e Dr. Luís Duarte Simões Gomes
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1 comentário:

Necas Cubal disse...

Num processo de memória agarrado ao espaço dos aromas, do toque e do registo das cores e culturas distantes deixo-me todos os instantes mergulhar nesta envolvência que me cerca me e abraça. O antes, o agora e o todo que me espera.
Para o desejo de menino de me ligar ao mundo pela dedicação ao trabalho na Saúde e um desejo alimentado pelo espaço que me criou ligado à cor e à Arte, isso aconteceu.
Esse mundo levou-me à meditação e à escrita. Registos que ficam e nos marcam.
Já longe no tempo sempre na busca do conhecimento pelos Grandes Mestres, quer nacionais ou simplesmente Grandes Mestres na formulação de Épocas e Estilos Plásticos na História da Humanidade e neste aglutinar de conceitos, estilos e desenvolvimento pela progressão da Arte faz-se consistência deste todo que em cada um de nós artistas, críticos e promotores honestos e conhecedores desta Área tão exigente se deseja.
Esse conhecimento deve-se a um trabalho profundo da consciência e raciocínio. Obriga-nos a um trabalho ímpar. A investigação interna da mente, o do choque profundo e o de reunir das partículas, desenvolve-se e nasce-se de novo.
Chegados extenuados e revividos, é exactamente aqui que Homens Julgadores, Juízes de avaliação, honestos e igualmente parceiros de consciência e raciocínio assentes num julgamento de qualidade e valor, por vezes negando o que ontem era verdade, é não um acto de coragem mas isso sim, a Verdade. E a História está segura desses valores Humanos.
Pois pela mão de uma dessas Mestres (citação acima) cheguei a ti Álvaro. A Maria João Franco. E existe um privilégio. O de passar a tua avaliação. Fazer parte do elenco do M.A.C. Essa é a avaliação do Homem, do Pedagogo, do Conferencista, do Julgador.
Do Álvaro, o Amigo, junto-me ao grande número dos que te admiram e te protegem. Todos sabemos o Alto Grau que ocupas nas Artes Portuguesas e de avaliação internacional e são valores como tu Álvaro que fazem mudar a História. Bem hajas e nunca nos faltes, porque sem ti ficamos, o País e o mundo das Artes, muito pobres.
Registo um pensamento meu numa madrugada de Abril de 2001 que diz: nunca te arrependas de encontrar um pedaço de ti. Um abraço grande ao grande Amigo Homem de Ciência e Cultura.
João Abreu