Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

MIGUEL BARROS / "GOLD & SILVER" / MAC



















MIGUEL BARROS
GOLD & SILVER

4 a 27 de Setembro / 2012
rua do sol ao rato, 9c, 1250-260 lisboa
av. Álvares Cabral, 58-60, 1250-018 Lisboa


A pintura de Miguel Barros, entre as harmonias e as dissonâncias, faz surgir da sua obra o espírito moderno do questionamento formal, a quebra do espelho fácil da realidade, substituído pela emergência de um “mundo interior”, colorido e de formas da alma que traduzem um olhar aguçado sobre a vida e sobre as coisas.
De ano para ano, Miguel Barros, mercê de uma entrega total à sua arte, a pintura, tem vindo a definir-se tanto pela necessária maturação da sua técnica, como pela feição caracterizadamente pessoal que consegue imprimir a todos os seus trabalhos.
Essa conquista, em qualidade e sensibilidade plástica, foi-se tornando notória ao longo das inúmeras exposições em que participou, o que justifica o sucesso obtido, passando a ser uma excelente referência para todos nós.
A sua trajectória artística, mostra-nos com clareza uma ligação fundamental com a pintura. Todo o seu trabalho é como uma caligrafia do espírito, transmissão directa de reflexões, de sentimentos que pouco a pouco se transformaram em matéria, de pensamento plástico.
As suas obras adquirem uma extraordinária dimensão, para a consciência emotiva, criando um mundo de expressão, movimento e visualidade, onde as linguagens se encontram num místico e misterioso prazer.
Toda a sua obra confirma, expressivamente o seu talento e sobretudo a sua técnica, através de um estilo próprio, visão original das coisas, concebendo com toda a sua sensibilidade e criatividade, superfícies que só por si, falam e vivem.
O que Miguel Barros nos propõe nesta sua nova exposição, intitulada “Gold & Silver” agora presente no MAC - Movimento Arte Contemporânea, são ideias, pensamentos e conceitos plenos de paixão e energia, contundentes na sua construção e morfologia, uma forma de renovação da arte através de uma obra responsável levada com directrizes dirigidas a deveres artísticos.
Observando estas suas novas obras, encontramo-nos perante enigmas, fascínios, universos simbólicos para serem apreciados pela meditação.
O entusiasmo e a verdade que Miguel Barros nos transmite, são o sinal com que eu mesmo me identifico e daí ter conhecido, um grande artista e um excelente companheiro nos campos da imaginação.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Movimento Arte Contemporânea

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rua do sol ao rato, 9c, 1250-260 lisboa * 213850789
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sábado, 10 de março de 2012

Lourdes Leite e Teresa Mendonça no MAC





O MAC- Movimento Arte Contemporânea
inaugura no dia 3 de Abril,pelas 19:00
as exposições de pintura
de

LOURDES LEITE
"Era uma vez..."
na Av. Álvares Cabral,58/60 Lisboa




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MAC-Movimento Arte Contemporânea
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Paulo Damião_catálogo_criticas











sábado, 25 de fevereiro de 2012

Escultor João Duarte distinguido pela British Art Medal Society


Desde a fundação do MAC que João Duarte tem sido um verdadeiro Amigo e um colaborador activo e constante, expondo com regularidade o seu trabalho de escultura e de medalha, contribuindo também, deste modo, para o prestígio do MAC – Movimento Arte Contemporânea…
Assim, o MAC muito se orgulha de informar que o Escultor João Duarte foi galardoado com a J. Sanford Saltus Award for Distinguished Achivement in the Art of the Medal pela American Numismatic Society. Prémio que é Nobel da Medalhística, menção máxima a nível Mundial.
Pela British Art Medal Society, o British Museum of London reconhece assim o papel de mestre que cabe ao Escultor português como medalhista maior que é e como artista que assume de corpo inteiro o lugar que lhe compete.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012





Paulo Damião
A sombra dos Álamos _ pintura

De 01 a 24 de Março de 2012, o MAC - Movimento Arte Contemporânea e o artista plástico Paulo Damião, mostram na galeria da Av. Álvares Cabral, 58-60, em Lisboa, A SOMBRA DOS ÁLAMOS
A inauguração terá lugar no espaço de exposição, no dia 01 de Março pelas 19h00 e contará com a presença do artista.
Aguardamos a vossa visita.

Abraço amigo,
Álvaro Lobato de Faria.


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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Alexandra Prieto no MAC

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a inauguração
























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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Roberto Chichorro no MAC







Álvaro Lobato de Faria


Director coordenador do



MAC - Movimento Arte Contemporânea



convida todos os amigos e clientes


para a inauguração da exposição de pintura de



Roberto Chichorro




Encontros Alados



que terá lugar nos nossos espaços em Lisboa


(Av. Álvares Cabral, 58/60),


dia 4 de Outubro de 2011 pelas 19:00.






texto de apresentação
Aqui, tudo se passa à noite.Antes, durante ou depois de uma festa que se arrasta pelas horas, as noites não contemplam períodos de descanso. Aumentam as batidas da música e do coração e nem a visão fica diminuída, iluminados que surgem homens e bichos, numa luxúria cromática de extraordinária força lírica.Luares radiantes, cúmplices e confidentes, que encerram segredos de conquistas e namoros clandestinos, apadrinhados pelo universo ancestral do animismo africano, repleto de criaturas oníricas.Nestas festas, os sons parecem romper os limites da tela e não existe tristeza.Serestas e serenatas, luzes, cores e perfumes são ingredientes constantes que Roberto Chichorro utiliza como garante de sedução. E múltiplas são as personagens e os seus mistérios. Inebriantes. Repletas de paixão e erotismo incendiários.Mulatas que sonham, maquilhadas de muciro e pó de arroz, que se aprontam para a festa, que se insinuam ou se ajeitam à janela. E esperam… cativas de amor.Os homens agitam-se, os bichos também.Cabras e gatos e bodes e peixes e burros e cães namoradeiros, e os outros, que não sabemos quem são, mescla de fábulas e recordações.Tocadores de viola, de flauta, de piano. Homens-lua, conquistadores.E os pássaros. Beija-flor ou papagaios de papel. Intermediários entre céu e terra, entre mulheres e homens, polinizadores que segredam recados, com morada voluntária nas muitas gaiolas douradas que pendem do infinito.Este sentido mágico de permanente comunhão com a natureza decorre de vincados traços da personalidade do pintor, do lado idílico do seu pensamento simbólico, da sua admiração perante a beleza do mundo.E é relato de espaços, de tempos e de mundos vividos. O presente não é só o agora, é também lembrança do passado.A natureza da obra de Roberto Chichorro é alegórica. Não contempla, por isso, inquietações racionais ou dúvidas lógicas. Exprime a língua das gentes e dos bichos e toda a narrativa convida à demora, tantos são os pormenores e as histórias que irrompem dentro da história.Rejeitando a verosimilhança naturalista, não privilegia a forma mas a essência, legando ao nosso imaginário um amplo mostruário de celebração da vida, alcançado por meio de filtros de sensibilidade melancólica e delicada, autónomo do real convencionado.Roberto Chichorro pauta-se pelo sentido de unidade, num espírito de síntese que, não sendo economicista, permanece atento ao pormenor.Renuncia à concordância das cores com os referentes representados e confere-lhes contrastes e harmonias inexistentes na realidade visível.Tecnicamente, esta aplicação cromática, de selecção aparentemente arbitrária uma vez que renuncia a qualquer naturalismo, enfatiza tendências opostas na forma e no conteúdo. Codifica sentidos.A cor não é um simples valor estético. Chichorro tira partido das misturas ópticas, joga com o brilho e a saturação numa cumplicidade constante entre dominantes e acentuantes, e mantém a nossa atenção focada em todos os pontos da tela.Grandes manchas de cor chapadas, fechadas por negros contornos e pontilhadas, amiúde, pelo esplendor do ouro, conferem uma expressividade vibrante que explica, decerto, a vitalidade da obra deste grande Mestre.Chichorro não representa. Cria mundos. Abre-nos frestas de portas. E acorda em nós o desejo de espreitar. Vermos sem sermos vistos. Sermos de novo meninos, em noite escura de insónia ou de bicho papão, à procura de um mundo de luz e cor que não é nosso, para espantar o medo.O nosso reino de fantasia, denso e subtil, realista e fantástico, onde os homens ensinam os bichos e os bichos aprendem a ser homens, na festa das cores da vida.Aqui tudo se passa à noite. Nunca amanhece. Mas não existe tristeza, só nostalgia…


Álvaro Lobato de Faria /Setembro,2011


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