Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Escultor João Duarte distinguido pela British Art Medal Society


Desde a fundação do MAC que João Duarte tem sido um verdadeiro Amigo e um colaborador activo e constante, expondo com regularidade o seu trabalho de escultura e de medalha, contribuindo também, deste modo, para o prestígio do MAC – Movimento Arte Contemporânea…
Assim, o MAC muito se orgulha de informar que o Escultor João Duarte foi galardoado com a J. Sanford Saltus Award for Distinguished Achivement in the Art of the Medal pela American Numismatic Society. Prémio que é Nobel da Medalhística, menção máxima a nível Mundial.
Pela British Art Medal Society, o British Museum of London reconhece assim o papel de mestre que cabe ao Escultor português como medalhista maior que é e como artista que assume de corpo inteiro o lugar que lhe compete.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012





Paulo Damião
A sombra dos Álamos _ pintura

De 01 a 24 de Março de 2012, o MAC - Movimento Arte Contemporânea e o artista plástico Paulo Damião, mostram na galeria da Av. Álvares Cabral, 58-60, em Lisboa, A SOMBRA DOS ÁLAMOS
A inauguração terá lugar no espaço de exposição, no dia 01 de Março pelas 19h00 e contará com a presença do artista.
Aguardamos a vossa visita.

Abraço amigo,
Álvaro Lobato de Faria.


+ info : www.movimentoartecontemporanea.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Alexandra Prieto no MAC

para ver todo o documento clique por favor nas setas centrais

a inauguração
























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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Roberto Chichorro no MAC







Álvaro Lobato de Faria


Director coordenador do



MAC - Movimento Arte Contemporânea



convida todos os amigos e clientes


para a inauguração da exposição de pintura de



Roberto Chichorro




Encontros Alados



que terá lugar nos nossos espaços em Lisboa


(Av. Álvares Cabral, 58/60),


dia 4 de Outubro de 2011 pelas 19:00.






texto de apresentação
Aqui, tudo se passa à noite.Antes, durante ou depois de uma festa que se arrasta pelas horas, as noites não contemplam períodos de descanso. Aumentam as batidas da música e do coração e nem a visão fica diminuída, iluminados que surgem homens e bichos, numa luxúria cromática de extraordinária força lírica.Luares radiantes, cúmplices e confidentes, que encerram segredos de conquistas e namoros clandestinos, apadrinhados pelo universo ancestral do animismo africano, repleto de criaturas oníricas.Nestas festas, os sons parecem romper os limites da tela e não existe tristeza.Serestas e serenatas, luzes, cores e perfumes são ingredientes constantes que Roberto Chichorro utiliza como garante de sedução. E múltiplas são as personagens e os seus mistérios. Inebriantes. Repletas de paixão e erotismo incendiários.Mulatas que sonham, maquilhadas de muciro e pó de arroz, que se aprontam para a festa, que se insinuam ou se ajeitam à janela. E esperam… cativas de amor.Os homens agitam-se, os bichos também.Cabras e gatos e bodes e peixes e burros e cães namoradeiros, e os outros, que não sabemos quem são, mescla de fábulas e recordações.Tocadores de viola, de flauta, de piano. Homens-lua, conquistadores.E os pássaros. Beija-flor ou papagaios de papel. Intermediários entre céu e terra, entre mulheres e homens, polinizadores que segredam recados, com morada voluntária nas muitas gaiolas douradas que pendem do infinito.Este sentido mágico de permanente comunhão com a natureza decorre de vincados traços da personalidade do pintor, do lado idílico do seu pensamento simbólico, da sua admiração perante a beleza do mundo.E é relato de espaços, de tempos e de mundos vividos. O presente não é só o agora, é também lembrança do passado.A natureza da obra de Roberto Chichorro é alegórica. Não contempla, por isso, inquietações racionais ou dúvidas lógicas. Exprime a língua das gentes e dos bichos e toda a narrativa convida à demora, tantos são os pormenores e as histórias que irrompem dentro da história.Rejeitando a verosimilhança naturalista, não privilegia a forma mas a essência, legando ao nosso imaginário um amplo mostruário de celebração da vida, alcançado por meio de filtros de sensibilidade melancólica e delicada, autónomo do real convencionado.Roberto Chichorro pauta-se pelo sentido de unidade, num espírito de síntese que, não sendo economicista, permanece atento ao pormenor.Renuncia à concordância das cores com os referentes representados e confere-lhes contrastes e harmonias inexistentes na realidade visível.Tecnicamente, esta aplicação cromática, de selecção aparentemente arbitrária uma vez que renuncia a qualquer naturalismo, enfatiza tendências opostas na forma e no conteúdo. Codifica sentidos.A cor não é um simples valor estético. Chichorro tira partido das misturas ópticas, joga com o brilho e a saturação numa cumplicidade constante entre dominantes e acentuantes, e mantém a nossa atenção focada em todos os pontos da tela.Grandes manchas de cor chapadas, fechadas por negros contornos e pontilhadas, amiúde, pelo esplendor do ouro, conferem uma expressividade vibrante que explica, decerto, a vitalidade da obra deste grande Mestre.Chichorro não representa. Cria mundos. Abre-nos frestas de portas. E acorda em nós o desejo de espreitar. Vermos sem sermos vistos. Sermos de novo meninos, em noite escura de insónia ou de bicho papão, à procura de um mundo de luz e cor que não é nosso, para espantar o medo.O nosso reino de fantasia, denso e subtil, realista e fantástico, onde os homens ensinam os bichos e os bichos aprendem a ser homens, na festa das cores da vida.Aqui tudo se passa à noite. Nunca amanhece. Mas não existe tristeza, só nostalgia…


Álvaro Lobato de Faria /Setembro,2011


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alvarolobatofaria@movimentoartecontemporanea.com


sábado, 3 de setembro de 2011

Fernando d'F. Pereira

De 6 a 28 de Setembro/2011, Continuação III, por Fernando d' F. Pereira, na Rua do Sol ao Rato 9/C. Confirmando o talento e a alta qualidade do autor desta mostra,convido-vos a visitar esta exposição conseguida com 17 trabalhos do artista, agora patente no MAC-Movimento Arte Contemporânea.


Mulher Branca
107x117


As Manas
80x95


Apanha Corações
85x106
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Mais informações:
MAC – MOVIMENTO ARTE CONTEMPORÂNEA
mac@movimentoartecontemporanea.com
tel. 213850789/ 213867215 /tm. 962670532
Rua do Sol ao Rato, 9C, 1250-260 260 Lisboa /
Av. Álvares Cabral, 58-60, 1250-018

horário:
segunda a sexta das 13:00 às 20:00
sábado das 15:00 às 19:00
domingo por marcação tm 96 267 05 32

sábado, 2 de julho de 2011

Prémios MAC` 2011

Troféu MAC`2011, da autoria do escultor Santos Lopes


E os premiados são...

MAC`2011 Jornalista Cultural Televisão _ JOÃO PAULO SACADURA

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MAC`2011 Programa Cultural Televisão _ CARTAZ DAS ARTES _ TVI

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MAC`2011 Imprensa _ NIRAM ART MAGAZINE

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MAC`2011 Divulgação Cultural _ EVA DEFESES

Em representação de Eva Defeses, recebeu Héctor Martínez Sánz
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MAC`2011 Hilário Teixeira Lopes _ Teresa Mendonça

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MAC`2011 _Carreira _ Ricardo Paula

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MAC`2011 Prestígio _ Onik Sahakian

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MAC`2011 Honorário _ João Duarte

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MAC`2011 Mérito e Excelência _ Roberto Chichorro

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MAC`2011 Vida e Obra _ Hilário Teixeira Lopes

Mestre Hilário Teixeira Lopes, ficou ainda encarregue
de receber o Prémio MAC`2011 Pintura,
em representação da pintora Luísa Nogueira.
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Foram ainda atribuídas as distinções de Colaboração, Divulgação e Parceria Cultural a um grupo de personalidades que, de forma individual ou colectiva, tem trabalhado no sentido de conferir um maior reconhecimento público ao MAC e aos seus artistas.

Assim, este ano foram distinguidos na categoria de Colaboração Cultural: a pintora Maria João Franco, o pintor Paulo Canilhas e a fotógrafa Rosa Reis.

Na categoria de Parceria Cultural, uma vez mais distinguimos a acção pedagógica inovadora do Colégio Militar e da Prof.ª Pintora Ana Tristany.

As distinções de Divulgação Cultural foram entregues a Héctor Martínez Sánz, pelo trabalho desenvolvido na publicação Madrid en Marco, às Oficinas de Formação e Animação Cultural da Câmara Municipal de Aljustrel e ao Jornalista Manuel Rodriguez Vaz.


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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Prémios MAC` 2011 - 17º Aniversário

Instituídos pela primeira vez em 1997, os prémios MAC visam estreitar os laços entre os diversos agentes e práticas artísticas: representações, expressões, conhecimentos e aptidões – bem como os objectos e os espaços que lhes estão associados – instituições, imprensa, grupos ou indivíduos que ao longo de cada ano mais activamente participam na produção, promoção e divulgação culturais, enriquecendo a cena artística nacional e internacional.
Desde essa data, estes prémios passaram a constar do nosso plano de actividades anuais, adquirindo um carácter regular, tendo o MAC chamado à concretização material dos troféus em que estes prémios se traduzem, os mais consagrados nomes da Escultura e Medalhística portuguesas – Professor Escultor João Duarte, Mestre Alberto Gordillo e a Escultora Maria Manuela Madureira.
Este ano, a tarefa ficou a cargo do Escultor Santos Lopes, que produziu uma peça rica em simbolismo que postula os princípios que presidem à fundação dos Prémios MAC: premiar a isenção e a qualidade.A cerimónia de entrega dos Prémios terá lugar no dia 28 de Junho de 2011, no decorrer da inauguração da Exposição Colectiva de Artes Plásticas, comemorativa do 17º Aniversário MAC, onde poderão encontrar obras de Hilário Teixeira Lopes, Ricardo Paula, Roberto Chichorro, João Duarte, Santos Lopes, Alberto Gordillo, Matilde Marçal, Luísa Nogueira, Maria João Franco, Artu Bual, Alfred Opitz, Gil Teixeira Lopes, entre outros...
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