Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

sexta-feira, 14 de maio de 2010

No mundo da imprensa estrangeira




http://www.madridenmarco.webege.com/documents/articulosarte.php?title=el-renacimiento-contempor%E1neo-luso-%28%C1lvaro-lobato-de-faria-y-mac-lisbon%29&entry_id=1273783214


13 de maio
O LUSO renascimento contemporâneo (Álvaro Lobato de Faria e MAC LISBOA)
em Pintura

Lê Sartre, ouve Pink Floyd e Mozart, é professor universitário de matemática e, aliás, é o fundador e Director-Coordenador do Movimento de Arte Contemporânea de Lisboa (MAC, Lisboa, Portugal). Pode pensar –se que estas não são características que se encaixem facilmente, mas é precisamente isso que define uma personalidade única para o caso de Álvaro Lobato de Faria.

Já há mais de quinze anos dedicados à promoção da arte contemporânea Portuguêsa, a descoberta de novos artistas e novas revelações ou difusão da cultura Portuguêsa. Dedicação e esforço que só pode ser entendido quando há um verdadeiro amor pela arte e pela cultura. E eu quero destacar também a cultura, então, o pensamento, talvez destacar um Álvaro Lobato de Faria, "que dá a dimensão real do MAC proposto é expresso da seguinte forma: " Eu tenho dito muitas vezes que os artistas são como escritores pintar quadros por escrito. " Na verdade, o compromisso de Álvaro Lobato de Faria inclui a palavra falada, por exemplo, o Português, que ,não só ouvido em Portugal, ele conduz, promove e traz as alegações da arte contemporânea e dos jovens, independentemente do idioma Português estar presente. Por quê? A explicação pode muito bem ser: porque cada um se sente na língua que fala, porque expressa o seu ser. Durante o evento, não só permanecer na linguagem, mas universalizando o princípio mencionado nas artes cada um fica na paleta usada, porque com ela se expressa. Se isso acontece com a linguagem, oral ou escrita, acontecerá também com a linguagem universal da pintura, porque há uma pintura Portuguêsa contemporânea e um movimento, como o movimento de arte contemporânea, pronto para a acolher e divulgar para o mundo.

Confrontado com a falta de entusiasmo e de pessimismo dos jovens artistas, Álvaro Lobato passou a ser como um pilar para demonstrar a matemática e a humanidade, que esses sentimentos não têm uma razão nem fundamento. O que antigamente era MAC projecto de Lisboa é hoje uma realidade forte e verdadeiro de cerca de oitenta artistas, dentro e fora de Portugal, em Lisboa exibidos ou apresentados, que qualquer estudante de arte pode visitar e que pode mesmo participar . Como eu disse antes, este esforço incansável no meio de desinteresse, por isso só se pode compreender a contar com um grande amor pela arte e pela cultura.

Semelhante ao filantropos ,ontem patronos da Renascença, sob cuja protecção e espírito artístico desenvolvido, Álvaro Lobato de Faria é um incentivo à arte em Portugal, não só para o artista, mas também para o público. Longe do comercialismo das galerias, a obra de arte como um luxo reservado para as minorias, Lobato de Faria e MAC, em Lisboa oferecem dois espaços que facilitam o acesso às artes dos criadores e espectadores e expande os horizontes da a arte da terra Lusa, nacional e internacionalmente. Nesse sentido, não é exagero falar de um renascimento da arte arte-Português ou Português de língua como historicamente entendida em termos de s. XVI. Por que não se pense que porque nós podemos ser Lobato de Faria para o Fra Angelico, Botticelli, Buonarroti, Dürer, Brueghel e El Greco, num futuro não muito distante em Portugal? No final do dia, os gênios são para si próprios e que é necessário é o palco ou plataforma onde seus talentos podem ser exibidos. Ou seja, o fulcro ou o cruzamento de estradas que juntas respondem por MAC e de Lobato Faria, têm uma importância fundamental nestes tempos, tempos em que a arte sobrevive e expande as formas que estes ganhos obtidos por abrir, selvas emaranhadas das sociedades modernas.

Heitor Martinez
____________________________

Informações, links e recursos

Contemporary Art Movement

Álvaro Lobato de Faria

entrevista Eva Defesa Alvaro Lobato de Faria

Lobato de Faria Conferência Álvaro de Constantin Brancusi

quinta-feira, 29 de abril de 2010

SANTOS LOPES _ bronzes e releituras em tela

Isadora - Momento 9, fundição em bronze, 60x54x12cm, 1984

Pela primeira vez, O MAC – Movimento Arte Contemporânea dá as boas vindas a Santos Lopes, pela sua primeira mostra neste espaço, não querendo deixar de chamar a atenção para a forma total como o artista se entrega à paixão pela arte, pela sua prática, pelo seu ensino, pela sua divulgação.
Santos Lopes baseia o seu trabalho num conceito chave, comum a toda a sua produção escultórica – movimento. E neste conceito, o escultor encerra um conjunto de motivações formais – dimensão, textura, patine – através das quais nos é dada uma aparência física, dos seres e das coisas, capaz de afectar os nossos sentidos de tacto e visão.
Firmada numa tradição estética repartida entre a disciplina e a sobriedade plástica, a exposição
Bronzes e releituras em tela” apresenta-se como resultado de um percurso entre a escultura e o desenho que, transportado à tela, perde o carácter de exercício prévio, assumindo autonomia de arte final. Para ver no MAC - Av. Álvares Cabral, a partir de 4 de Maio...


Mais informações em:
http://www.movimentoartecontemporanea.com/
http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/

FERNANDO d`F. PEREIRA_continuação II

O Kasper, 50x50cm, técnica mista s/ plexiglass, 2010

Um ano depois da exposição "Continuação", Fernando d`F. Pereira regressa à Rua do Sol ao Rato com a exposição "Continuação II".
Constantemente associada pela crítica ao Surrealismo, a pintura de F. Pereira emerge, antes de mais, do rico tesouro da corrente paisagista e espiritual do século XX. Num processo original e paradigmático da sua produção, a técnica da execução utilizada por F. Pereira decorre em três fases de trabalho, com aguarelas, acrílicos e óleos, que não são misturados uns com os outros mas tratados em processos separados... O resultado é fascinante. Agradáveis cores cálidas e terracotas em contraste com azuis reafirmam esta impressão. Para ver no MAC a partir de 4 de Maio...


Mais informações em http://www.movimentoartecontemporanea.com/ http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/

domingo, 4 de abril de 2010

"esta pele que dispo para nela te envolver" de Maria João Franco na Galeria Municipal Artur Bual, em Homenagem àquela Pintora

na mesa:
Prof Escultor Romeu Costa,Prof.Dra Margarida Calado,Historiadora ,docente na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Pintora Maria João Franco,Dr.António Moreira,Vereador da Cultura da C.M. da Amadora
e Dr. Álvaro Lobato de Faria, director do MAC-Movimento Arte Contemporânea

Por iniciativa da Galeria Municipal Artur Bual e como homenagem à Pintora Maria João Franco,
teve lugar de 25 de Fevereiro a 30 de Março de 2010
a exposição de pintura daquela artista plástica, para a qual foi convidados como comissários a Professora Dra Margarida Calado,Historiadora,exercendo funções docentes na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e o Dr. Álvaro Lobato de Faria, Director do MAC-Movimento Arte Contemporânea

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ricardo Paula_"o eco...e o azul profundo da Casa do Lago"

Álvaro Lobato de Faria-Comissário
Director Coordenador
do MAC-Movimento Arte Contemporânea









O Eco... e o Azul profundo da Casa do Lago
pintura de Ricardo Paula

2 a 31 de Março de 2010

texto de apresentação
Ora exuberante ora como relâmpago de silêncio e desespero, simbiose de céu e terra, realidade e imaginação, prisão e liberdade, a Mulher é a essência da pintura de Ricardo Paula, onde o ser é elevado da sua redutibilidade física a esferas de grandeza e de místico conteúdo alegórico.O seu rosto, por vezes encoberto e indefinido ou acentuado com traços fortes e marcantes, situa-se no limiar do intraduzível real e conduz-nos de imediato ao mundo próprio do artista.As formas despidas, o jogo da geometria, da luz e da emoção não impedem a existência de uma tensão, uma dissonância íntima que introduz a sensualidade e explica o prazer que sentimos ao contemplá-las.São sonhos que conhecemos sem os ter sonhado, sugestões de fantasia, testemunhos imaginados, como que um sussurrar de segredos, fruto da sua força plástica e do uso sábio da neutralidade da cor.A pintura de Ricardo Paula constitui um elo entre a pureza do traço e a beleza das formas. É algo não só peculiar, mas até mesmo magnífico, uma visão toda nova e toda sua de engrandecer e a enriquecer o nosso olhar e a maneira de percebermos as coisas e o universo em que vivemos.Há, não só, o espaço que apenas com o olhar se vislumbra, mas há também e sobretudo, a sugestão das coisas que contemplamos sem as vermos. O seu silêncio é uma forma de absoluto anseio da totalidade perdida.E é nesse silêncio diluído das telas, nessa nudez quase branca que surgem agora as tímidas vozes que habitam “o eco... e o azul profundo da Casa do Lago”.E já não sabemos se são recordações que julgávamos perdidas ou simplesmente apelos contidos das nossas emoções, onde gentes e objectos estão presentes por detrás das telas, onde nada sobra, nem um só traço que não seja essencial.Ricardo Paula traduz com pujança incomum a sua nítida visão pessoal, numa coerência em que as personagens são subtilmente diferenciadas através das cores incisivas e da dinâmica do traço: inscrevendo linhas viris e bem visíveis, sobretudo na maneira vigorosa de sublinhar o desenho, a sua pintura denota uma vontade e um querer impositivos.A composição severamente estruturada e as relações cromáticas são inovadoras de contrastes e plenas de vigor e originalidade. A textura é utilizada com sabedoria, matiza a emoção do artista e confere densidade à pintura.Com este inventário deixado pelo prazer e pelo abandono, com todas as notas tiradas à margem como fragmentos de vida, Ricardo Paula cumpre, entre a inovação e o aperfeiçoamento progressivo das suas formas, um compromisso entre o imaginário e a humanidade que se pressente nos gestos e na expressão do quotidiano.
Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Fevereiro 2010


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Viagem de trabalho ao Brasil /Dia de trabalho cultural no atelier/residencia do escultor Santos Lopes – Brasil


Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier residência do Esc.Santos Lopes

Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier/residência do esc. Santos Lopes, junto a uma obra daquele artista


Álvaro Lobato de Faria,no âmbito da expansão do MAC-Movimento Arte Contemporânea de que é director coordenador, deslocou-se ao Brasil, mais especificamente a S.Paulo numa viagem de estudo e prospecção, no intuito de estabelecer novas parcerias com instituições públicas ,entre as quais o MUB (Museu de Escultura do Brasil), e entidades privadas e galerias daquela cidade.


Esta viagem de trabalho a S. Paulo - Brasil, que contou com o apoio incondicional do Esc Santos Lopes, ali residente, proporcionou conversações para futuros projectos e trabalhos com o Museu Brasileiro da Escultura de S. Paulo, MUBE ,tendo o director do MAC reunido com o Director Presidente do Museu Dr. Jorge F.M. Landmann, com a Assessora da Presidência D. Maria Lúcia Junqueira Silva e com a Directora de Relações Internacionais Renata de Azevedo Silva. Foi uma reunião de troca de impressões muito proveitosa.
Seguiram-se reuniões de trabalho com um dos maiores galeristas de S. Paulo , André Blau, proprietário das maiores e melhores galerias de S. Paulo as Galerias de Artes ANDRÉ.
Seguiram-se 36 horas de trabalho árduo e muito proveitoso no atelier /residência do Escultor Santos Lopes, artista com grande projecção em S. Paulo, que irá expôr individualmente em Lisboa no MAC no próximo Maio de 2010.
Todos estes encontros e reuniões de trabalho com museus e galerias só foram possíveis graças aos conhecimentos e empenho deste grande escultor radicado em S. Paulo há 35 anos que é Santos Lopes.