Um ano depois da exposição "Continuação", Fernando d`F. Pereira regressa à Rua do Sol ao Rato com a exposição "Continuação II".
Constantemente associada pela crítica ao Surrealismo, a pintura de F. Pereira emerge, antes de mais, do rico tesouro da corrente paisagista e espiritual do século XX. Num processo original e paradigmático da sua produção, a técnica da execução utilizada por F. Pereira decorre em três fases de trabalho, com aguarelas, acrílicos e óleos, que não são misturados uns com os outros mas tratados em processos separados... O resultado é fascinante. Agradáveis cores cálidas e terracotas em contraste com azuis reafirmam esta impressão. Para ver no MAC a partir de 4 de Maio...
Mais informações em http://www.movimentoartecontemporanea.com/ http://www.movartecontemporanea.blogspot.com/
quinta-feira, 29 de abril de 2010
FERNANDO d`F. PEREIRA_continuação II
domingo, 4 de abril de 2010
"esta pele que dispo para nela te envolver" de Maria João Franco na Galeria Municipal Artur Bual, em Homenagem àquela Pintora
Prof Escultor Romeu Costa,Prof.Dra Margarida Calado,Historiadora ,docente na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Pintora Maria João Franco,Dr.António Moreira,Vereador da Cultura da C.M. da Amadora
e Dr. Álvaro Lobato de Faria, director do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Por iniciativa da Galeria Municipal Artur Bual e como homenagem à Pintora Maria João Franco,
teve lugar de 25 de Fevereiro a 30 de Março de 2010
a exposição de pintura daquela artista plástica, para a qual foi convidados como comissários a Professora Dra Margarida Calado,Historiadora,exercendo funções docentes na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e o Dr. Álvaro Lobato de Faria, Director do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Etiquetas:
Exposição de Maria João Franco
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Ricardo Paula_"o eco...e o azul profundo da Casa do Lago"
Director Coordenador
do MAC-Movimento Arte Contemporânea


O Eco... e o Azul profundo da Casa do Lago
pintura de Ricardo Paula
pintura de Ricardo Paula
2 a 31 de Março de 2010
texto de apresentação
Ora exuberante ora como relâmpago de silêncio e desespero, simbiose de céu e terra, realidade e imaginação, prisão e liberdade, a Mulher é a essência da pintura de Ricardo Paula, onde o ser é elevado da sua redutibilidade física a esferas de grandeza e de místico conteúdo alegórico.O seu rosto, por vezes encoberto e indefinido ou acentuado com traços fortes e marcantes, situa-se no limiar do intraduzível real e conduz-nos de imediato ao mundo próprio do artista.As formas despidas, o jogo da geometria, da luz e da emoção não impedem a existência de uma tensão, uma dissonância íntima que introduz a sensualidade e explica o prazer que sentimos ao contemplá-las.São sonhos que conhecemos sem os ter sonhado, sugestões de fantasia, testemunhos imaginados, como que um sussurrar de segredos, fruto da sua força plástica e do uso sábio da neutralidade da cor.A pintura de Ricardo Paula constitui um elo entre a pureza do traço e a beleza das formas. É algo não só peculiar, mas até mesmo magnífico, uma visão toda nova e toda sua de engrandecer e a enriquecer o nosso olhar e a maneira de percebermos as coisas e o universo em que vivemos.Há, não só, o espaço que apenas com o olhar se vislumbra, mas há também e sobretudo, a sugestão das coisas que contemplamos sem as vermos. O seu silêncio é uma forma de absoluto anseio da totalidade perdida.E é nesse silêncio diluído das telas, nessa nudez quase branca que surgem agora as tímidas vozes que habitam “o eco... e o azul profundo da Casa do Lago”.E já não sabemos se são recordações que julgávamos perdidas ou simplesmente apelos contidos das nossas emoções, onde gentes e objectos estão presentes por detrás das telas, onde nada sobra, nem um só traço que não seja essencial.Ricardo Paula traduz com pujança incomum a sua nítida visão pessoal, numa coerência em que as personagens são subtilmente diferenciadas através das cores incisivas e da dinâmica do traço: inscrevendo linhas viris e bem visíveis, sobretudo na maneira vigorosa de sublinhar o desenho, a sua pintura denota uma vontade e um querer impositivos.A composição severamente estruturada e as relações cromáticas são inovadoras de contrastes e plenas de vigor e originalidade. A textura é utilizada com sabedoria, matiza a emoção do artista e confere densidade à pintura.Com este inventário deixado pelo prazer e pelo abandono, com todas as notas tiradas à margem como fragmentos de vida, Ricardo Paula cumpre, entre a inovação e o aperfeiçoamento progressivo das suas formas, um compromisso entre o imaginário e a humanidade que se pressente nos gestos e na expressão do quotidiano.
Ora exuberante ora como relâmpago de silêncio e desespero, simbiose de céu e terra, realidade e imaginação, prisão e liberdade, a Mulher é a essência da pintura de Ricardo Paula, onde o ser é elevado da sua redutibilidade física a esferas de grandeza e de místico conteúdo alegórico.O seu rosto, por vezes encoberto e indefinido ou acentuado com traços fortes e marcantes, situa-se no limiar do intraduzível real e conduz-nos de imediato ao mundo próprio do artista.As formas despidas, o jogo da geometria, da luz e da emoção não impedem a existência de uma tensão, uma dissonância íntima que introduz a sensualidade e explica o prazer que sentimos ao contemplá-las.São sonhos que conhecemos sem os ter sonhado, sugestões de fantasia, testemunhos imaginados, como que um sussurrar de segredos, fruto da sua força plástica e do uso sábio da neutralidade da cor.A pintura de Ricardo Paula constitui um elo entre a pureza do traço e a beleza das formas. É algo não só peculiar, mas até mesmo magnífico, uma visão toda nova e toda sua de engrandecer e a enriquecer o nosso olhar e a maneira de percebermos as coisas e o universo em que vivemos.Há, não só, o espaço que apenas com o olhar se vislumbra, mas há também e sobretudo, a sugestão das coisas que contemplamos sem as vermos. O seu silêncio é uma forma de absoluto anseio da totalidade perdida.E é nesse silêncio diluído das telas, nessa nudez quase branca que surgem agora as tímidas vozes que habitam “o eco... e o azul profundo da Casa do Lago”.E já não sabemos se são recordações que julgávamos perdidas ou simplesmente apelos contidos das nossas emoções, onde gentes e objectos estão presentes por detrás das telas, onde nada sobra, nem um só traço que não seja essencial.Ricardo Paula traduz com pujança incomum a sua nítida visão pessoal, numa coerência em que as personagens são subtilmente diferenciadas através das cores incisivas e da dinâmica do traço: inscrevendo linhas viris e bem visíveis, sobretudo na maneira vigorosa de sublinhar o desenho, a sua pintura denota uma vontade e um querer impositivos.A composição severamente estruturada e as relações cromáticas são inovadoras de contrastes e plenas de vigor e originalidade. A textura é utilizada com sabedoria, matiza a emoção do artista e confere densidade à pintura.Com este inventário deixado pelo prazer e pelo abandono, com todas as notas tiradas à margem como fragmentos de vida, Ricardo Paula cumpre, entre a inovação e o aperfeiçoamento progressivo das suas formas, um compromisso entre o imaginário e a humanidade que se pressente nos gestos e na expressão do quotidiano.
Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Fevereiro 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Divulgação MAC/Youtube

Anuncio da entrega de premios:
http://www.youtube.com/watch?v=dF_BjZIpAjY
Premios e pequena entrevista de Romeo Niram e Eva Defeses
http://www.youtube.com/watch?v=DreDhpe9opg
http://www.youtube.com/watch?v=DYY5wxtDgsg
Cartaz das artes (TVI), programa cultural premiado pelo MAC, (Movimento de Arte Contemporânea, Portugal), Premios MAC 2009.Entrevistas com Joao Paulo Sacadura (TVI) e Andreia Pereira (MAC)
http://www.youtube.com/watch?v=y0RXp4HWNYI
MAC Videos. defeses website:
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/defesesfinearts.html
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/videos.php?category=MAC+Lisboa
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/premios_mac.html
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/sobre_mac.html
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/videosromeoniram.html
www.movimentoartecontemporanea.com
MAC en Niram Art (Nov)
en PDF
http://niramart.wordpress.com/
MAC na revista Madrid en marco:
http://www.madridenmarco.webege.com/documents/eventosmadridenmarco.php?title=exposici%F3n-organic-de-paulo-canilhas-en-mac&entry_id=1263843025
http://www.youtube.com/watch?v=dF_BjZIpAjY
Premios e pequena entrevista de Romeo Niram e Eva Defeses
http://www.youtube.com/watch?v=DreDhpe9opg
http://www.youtube.com/watch?v=DYY5wxtDgsg
Cartaz das artes (TVI), programa cultural premiado pelo MAC, (Movimento de Arte Contemporânea, Portugal), Premios MAC 2009.Entrevistas com Joao Paulo Sacadura (TVI) e Andreia Pereira (MAC)
http://www.youtube.com/watch?v=y0RXp4HWNYI
MAC Videos. defeses website:
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/defesesfinearts.html
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/videos.php?category=MAC+Lisboa
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/premios_mac.html
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/sobre_mac.html
http://www.defesesfinearts.net46.net/documents/videosromeoniram.html
www.movimentoartecontemporanea.com
MAC en Niram Art (Nov)
en PDF
http://niramart.wordpress.com/
MAC na revista Madrid en marco:
http://www.madridenmarco.webege.com/documents/eventosmadridenmarco.php?title=exposici%F3n-organic-de-paulo-canilhas-en-mac&entry_id=1263843025
Etiquetas:
Notícias na imprensa estrangeira
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Viagem de trabalho ao Brasil /Dia de trabalho cultural no atelier/residencia do escultor Santos Lopes – Brasil

Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier residência do Esc.Santos Lopes
Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier/residência do esc. Santos Lopes, junto a uma obra daquele artistaÁlvaro Lobato de Faria,no âmbito da expansão do MAC-Movimento Arte Contemporânea de que é director coordenador, deslocou-se ao Brasil, mais especificamente a S.Paulo numa viagem de estudo e prospecção, no intuito de estabelecer novas parcerias com instituições públicas ,entre as quais o MUB (Museu de Escultura do Brasil), e entidades privadas e galerias daquela cidade.
Esta viagem de trabalho a S. Paulo - Brasil, que contou com o apoio incondicional do Esc Santos Lopes, ali residente, proporcionou conversações para futuros projectos e trabalhos com o Museu Brasileiro da Escultura de S. Paulo, MUBE ,tendo o director do MAC reunido com o Director Presidente do Museu Dr. Jorge F.M. Landmann, com a Assessora da Presidência D. Maria Lúcia Junqueira Silva e com a Directora de Relações Internacionais Renata de Azevedo Silva. Foi uma reunião de troca de impressões muito proveitosa.
Seguiram-se reuniões de trabalho com um dos maiores galeristas de S. Paulo , André Blau, proprietário das maiores e melhores galerias de S. Paulo as Galerias de Artes ANDRÉ.
Seguiram-se 36 horas de trabalho árduo e muito proveitoso no atelier /residência do Escultor Santos Lopes, artista com grande projecção em S. Paulo, que irá expôr individualmente em Lisboa no MAC no próximo Maio de 2010.
Todos estes encontros e reuniões de trabalho com museus e galerias só foram possíveis graças aos conhecimentos e empenho deste grande escultor radicado em S. Paulo há 35 anos que é Santos Lopes.
Seguiram-se reuniões de trabalho com um dos maiores galeristas de S. Paulo , André Blau, proprietário das maiores e melhores galerias de S. Paulo as Galerias de Artes ANDRÉ.
Seguiram-se 36 horas de trabalho árduo e muito proveitoso no atelier /residência do Escultor Santos Lopes, artista com grande projecção em S. Paulo, que irá expôr individualmente em Lisboa no MAC no próximo Maio de 2010.
Todos estes encontros e reuniões de trabalho com museus e galerias só foram possíveis graças aos conhecimentos e empenho deste grande escultor radicado em S. Paulo há 35 anos que é Santos Lopes.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
ORGANIC de Paulo Canilhas

O MAC – Movimento Arte Contemporânea
inaugura a 2 de Fevereiro, terça feira, pelas 19 horas,
a exposição individual de artes plásticas
'Organic'
do artista plástico
Paulo Canilhas.
Curadoria de Álvaro Lobato de Faria
Patente na galeria MAC na Av. Alvares Cabral, 58-60, em Lisboa,
a exposição de pintura instalação e desenho estará aberta ao público
até dia 28 de Fevereiro.
a exposição de pintura instalação e desenho estará aberta ao público
até dia 28 de Fevereiro.
Paulo Canilhas percorre um imaginário de constantes e consistentes inquirições.
De um pensamento estético profundamente actual, Paulo Canilhas demonstra as potencialidades humanas frente a um material estático, tentando “domesticá-lo” recriando outros campos através das características inerentes àquela matéria, compondo assim um encantamento em que o jogo ou os jogos de luz reflectida se tornam objecto
de indagação, interpondo-se entre o espectador e a obra criada.
Nesse mesmo sentido lúdico de uma superfície recriada, Paulo Canilhas propõe-nos o imaginário da reconquista do Orgânico sobre o Inorgânico. Um tempo futuro mas provavelmente não tão longe quanto se pode esperar e desejar.
Na sua intervenção joga com elementos inorgânicos, cuja organicidade é simplesmente aparente, uma vez recriada, em primeiro lugar pelo autor, que a remete para o espectador como entendimento da força da sua expectativa.
Ainda, a fisicidade da luz na sua “inconstância”, resultante dos vários jogos relativos e matéricos, propõe ao autor a dúvida exaustiva, objecto de pesquisa que Paulo Canilhas persegue.
Como nomear essa mistura entre um objecto aparentemente inerte e um “sujeito” vivo, animado e luminoso?
A realidade é, em Paulo Canilhas, um conceito inquietante. Virtualizada, está sujeita a múltiplas possibilidades dos processos mediados pela expressão que, de certa maneira, escapam ao controle daquilo que vive sob a alçada da matéria. O trabalho que nos propõe, exemplo das perenes misturas entre Natureza e Tecnologia, goza hoje de um estatuto misto de entidade ao mesmo tempo natural e artificial, sendo o seu estado uma permanente metamorfose.
As questões que Paulo Canilhas aborda fazem-nos entender um ser sensível, inteligente e atento às mutações constantes do homem, das sociedades e do ou dos vários universos.
Um leitor assíduo, eficaz e solidário das vidas e das coisas com que nos defrontamos e confrontamos.
A forma e o simples e desinteressado empenho com que tem contribuído ultimamente no intuito de divulgar o MAC, prestando-se a colocar parte do seu tempo à nossa disposição faz de Paulo Canilhas um colaborador considerável de que o MAC se orgulha, pela qualidade e pesquisa da sua obra e pelo seu modo de estar como cidadão e autor.
8 de Dezembro de 2009
Álvaro Lobato de Faria
De um pensamento estético profundamente actual, Paulo Canilhas demonstra as potencialidades humanas frente a um material estático, tentando “domesticá-lo” recriando outros campos através das características inerentes àquela matéria, compondo assim um encantamento em que o jogo ou os jogos de luz reflectida se tornam objecto
de indagação, interpondo-se entre o espectador e a obra criada.
Nesse mesmo sentido lúdico de uma superfície recriada, Paulo Canilhas propõe-nos o imaginário da reconquista do Orgânico sobre o Inorgânico. Um tempo futuro mas provavelmente não tão longe quanto se pode esperar e desejar.
Na sua intervenção joga com elementos inorgânicos, cuja organicidade é simplesmente aparente, uma vez recriada, em primeiro lugar pelo autor, que a remete para o espectador como entendimento da força da sua expectativa.
Ainda, a fisicidade da luz na sua “inconstância”, resultante dos vários jogos relativos e matéricos, propõe ao autor a dúvida exaustiva, objecto de pesquisa que Paulo Canilhas persegue.
Como nomear essa mistura entre um objecto aparentemente inerte e um “sujeito” vivo, animado e luminoso?
A realidade é, em Paulo Canilhas, um conceito inquietante. Virtualizada, está sujeita a múltiplas possibilidades dos processos mediados pela expressão que, de certa maneira, escapam ao controle daquilo que vive sob a alçada da matéria. O trabalho que nos propõe, exemplo das perenes misturas entre Natureza e Tecnologia, goza hoje de um estatuto misto de entidade ao mesmo tempo natural e artificial, sendo o seu estado uma permanente metamorfose.
As questões que Paulo Canilhas aborda fazem-nos entender um ser sensível, inteligente e atento às mutações constantes do homem, das sociedades e do ou dos vários universos.
Um leitor assíduo, eficaz e solidário das vidas e das coisas com que nos defrontamos e confrontamos.
A forma e o simples e desinteressado empenho com que tem contribuído ultimamente no intuito de divulgar o MAC, prestando-se a colocar parte do seu tempo à nossa disposição faz de Paulo Canilhas um colaborador considerável de que o MAC se orgulha, pela qualidade e pesquisa da sua obra e pelo seu modo de estar como cidadão e autor.
8 de Dezembro de 2009
Álvaro Lobato de Faria
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
BOM ANO 2010

com os votos de um
FELIZ NOVO ANO
aguardamos a vossa visita
www.movimentoartecontemporanea.com.
Cordiais saudações
Álvaro Lobato de Faria
director coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea
Subscrever:
Mensagens (Atom)


