Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

domingo, 4 de abril de 2010

"esta pele que dispo para nela te envolver" de Maria João Franco na Galeria Municipal Artur Bual, em Homenagem àquela Pintora

na mesa:
Prof Escultor Romeu Costa,Prof.Dra Margarida Calado,Historiadora ,docente na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
Pintora Maria João Franco,Dr.António Moreira,Vereador da Cultura da C.M. da Amadora
e Dr. Álvaro Lobato de Faria, director do MAC-Movimento Arte Contemporânea

Por iniciativa da Galeria Municipal Artur Bual e como homenagem à Pintora Maria João Franco,
teve lugar de 25 de Fevereiro a 30 de Março de 2010
a exposição de pintura daquela artista plástica, para a qual foi convidados como comissários a Professora Dra Margarida Calado,Historiadora,exercendo funções docentes na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e o Dr. Álvaro Lobato de Faria, Director do MAC-Movimento Arte Contemporânea

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ricardo Paula_"o eco...e o azul profundo da Casa do Lago"

Álvaro Lobato de Faria-Comissário
Director Coordenador
do MAC-Movimento Arte Contemporânea









O Eco... e o Azul profundo da Casa do Lago
pintura de Ricardo Paula

2 a 31 de Março de 2010

texto de apresentação
Ora exuberante ora como relâmpago de silêncio e desespero, simbiose de céu e terra, realidade e imaginação, prisão e liberdade, a Mulher é a essência da pintura de Ricardo Paula, onde o ser é elevado da sua redutibilidade física a esferas de grandeza e de místico conteúdo alegórico.O seu rosto, por vezes encoberto e indefinido ou acentuado com traços fortes e marcantes, situa-se no limiar do intraduzível real e conduz-nos de imediato ao mundo próprio do artista.As formas despidas, o jogo da geometria, da luz e da emoção não impedem a existência de uma tensão, uma dissonância íntima que introduz a sensualidade e explica o prazer que sentimos ao contemplá-las.São sonhos que conhecemos sem os ter sonhado, sugestões de fantasia, testemunhos imaginados, como que um sussurrar de segredos, fruto da sua força plástica e do uso sábio da neutralidade da cor.A pintura de Ricardo Paula constitui um elo entre a pureza do traço e a beleza das formas. É algo não só peculiar, mas até mesmo magnífico, uma visão toda nova e toda sua de engrandecer e a enriquecer o nosso olhar e a maneira de percebermos as coisas e o universo em que vivemos.Há, não só, o espaço que apenas com o olhar se vislumbra, mas há também e sobretudo, a sugestão das coisas que contemplamos sem as vermos. O seu silêncio é uma forma de absoluto anseio da totalidade perdida.E é nesse silêncio diluído das telas, nessa nudez quase branca que surgem agora as tímidas vozes que habitam “o eco... e o azul profundo da Casa do Lago”.E já não sabemos se são recordações que julgávamos perdidas ou simplesmente apelos contidos das nossas emoções, onde gentes e objectos estão presentes por detrás das telas, onde nada sobra, nem um só traço que não seja essencial.Ricardo Paula traduz com pujança incomum a sua nítida visão pessoal, numa coerência em que as personagens são subtilmente diferenciadas através das cores incisivas e da dinâmica do traço: inscrevendo linhas viris e bem visíveis, sobretudo na maneira vigorosa de sublinhar o desenho, a sua pintura denota uma vontade e um querer impositivos.A composição severamente estruturada e as relações cromáticas são inovadoras de contrastes e plenas de vigor e originalidade. A textura é utilizada com sabedoria, matiza a emoção do artista e confere densidade à pintura.Com este inventário deixado pelo prazer e pelo abandono, com todas as notas tiradas à margem como fragmentos de vida, Ricardo Paula cumpre, entre a inovação e o aperfeiçoamento progressivo das suas formas, um compromisso entre o imaginário e a humanidade que se pressente nos gestos e na expressão do quotidiano.
Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC
Fevereiro 2010


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Viagem de trabalho ao Brasil /Dia de trabalho cultural no atelier/residencia do escultor Santos Lopes – Brasil


Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier residência do Esc.Santos Lopes

Álvaro Lobato de Faria nos jardins do atelier/residência do esc. Santos Lopes, junto a uma obra daquele artista


Álvaro Lobato de Faria,no âmbito da expansão do MAC-Movimento Arte Contemporânea de que é director coordenador, deslocou-se ao Brasil, mais especificamente a S.Paulo numa viagem de estudo e prospecção, no intuito de estabelecer novas parcerias com instituições públicas ,entre as quais o MUB (Museu de Escultura do Brasil), e entidades privadas e galerias daquela cidade.


Esta viagem de trabalho a S. Paulo - Brasil, que contou com o apoio incondicional do Esc Santos Lopes, ali residente, proporcionou conversações para futuros projectos e trabalhos com o Museu Brasileiro da Escultura de S. Paulo, MUBE ,tendo o director do MAC reunido com o Director Presidente do Museu Dr. Jorge F.M. Landmann, com a Assessora da Presidência D. Maria Lúcia Junqueira Silva e com a Directora de Relações Internacionais Renata de Azevedo Silva. Foi uma reunião de troca de impressões muito proveitosa.
Seguiram-se reuniões de trabalho com um dos maiores galeristas de S. Paulo , André Blau, proprietário das maiores e melhores galerias de S. Paulo as Galerias de Artes ANDRÉ.
Seguiram-se 36 horas de trabalho árduo e muito proveitoso no atelier /residência do Escultor Santos Lopes, artista com grande projecção em S. Paulo, que irá expôr individualmente em Lisboa no MAC no próximo Maio de 2010.
Todos estes encontros e reuniões de trabalho com museus e galerias só foram possíveis graças aos conhecimentos e empenho deste grande escultor radicado em S. Paulo há 35 anos que é Santos Lopes.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

ORGANIC de Paulo Canilhas



O MAC – Movimento Arte Contemporânea

inaugura a 2 de Fevereiro, terça feira, pelas 19 horas,
a exposição individual de artes plásticas

'Organic'

do artista plástico

Paulo Canilhas.
Curadoria de Álvaro Lobato de Faria

Patente na galeria MAC na Av. Alvares Cabral, 58-60, em Lisboa,
a exposição de pintura instalação e desenho estará aberta ao público
até dia 28 de Fevereiro.


Paulo Canilhas percorre um imaginário de constantes e consistentes inquirições.
De um pensamento estético profundamente actual, Paulo Canilhas demonstra as potencialidades humanas frente a um material estático, tentando “domesticá-lo” recriando outros campos através das características inerentes àquela matéria, compondo assim um encantamento em que o jogo ou os jogos de luz reflectida se tornam objecto
de indagação, interpondo-se entre o espectador e a obra criada.
Nesse mesmo sentido lúdico de uma superfície recriada, Paulo Canilhas propõe-nos o imaginário da reconquista do Orgânico sobre o Inorgânico. Um tempo futuro mas provavelmente não tão longe quanto se pode esperar e desejar.
Na sua intervenção joga com elementos inorgânicos, cuja organicidade é simplesmente aparente, uma vez recriada, em primeiro lugar pelo autor, que a remete para o espectador como entendimento da força da sua expectativa.
Ainda, a fisicidade da luz na sua “inconstância”, resultante dos vários jogos relativos e matéricos, propõe ao autor a dúvida exaustiva, objecto de pesquisa que Paulo Canilhas persegue.
Como nomear essa mistura entre um objecto aparentemente inerte e um “sujeito” vivo, animado e luminoso?
A realidade é, em Paulo Canilhas, um conceito inquietante. Virtualizada, está sujeita a múltiplas possibilidades dos processos mediados pela expressão que, de certa maneira, escapam ao controle daquilo que vive sob a alçada da matéria. O trabalho que nos propõe, exemplo das perenes misturas entre Natureza e Tecnologia, goza hoje de um estatuto misto de entidade ao mesmo tempo natural e artificial, sendo o seu estado uma permanente metamorfose.
As questões que Paulo Canilhas aborda fazem-nos entender um ser sensível, inteligente e atento às mutações constantes do homem, das sociedades e do ou dos vários universos.
Um leitor assíduo, eficaz e solidário das vidas e das coisas com que nos defrontamos e confrontamos.
A forma e o simples e desinteressado empenho com que tem contribuído ultimamente no intuito de divulgar o MAC, prestando-se a colocar parte do seu tempo à nossa disposição faz de Paulo Canilhas um colaborador considerável de que o MAC se orgulha, pela qualidade e pesquisa da sua obra e pelo seu modo de estar como cidadão e autor.
8 de Dezembro de 2009
Álvaro Lobato de Faria


http://www.movimentoartecontemporanea.com/

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

BOM ANO 2010

com os votos de um

FELIZ NOVO ANO

aguardamos a vossa visita

www.movimentoartecontemporanea.com.

Cordiais saudações

Álvaro Lobato de Faria

director coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea