Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Parceria com o Colégio Militar


Janela de Inverno III - Ana Tristany


Ao abrigo da parceria estabelecida com o
Colégio Militar,
o MAC - Movimento Arte Contemporânea

inaugura no próximo dia 8 de Novembro,Sábado, pelas 16 horas ,
a exposição individual de Pintura de
ANA TRISTANY
"À chuva , ao sol e ao vento"
que se realiza no
Pavilhão do Auditório do Colégio Militar,
ao Largo da Luz,em Lisboa
A exposição estará patente ao público,
das 14h às 19h
até 15 de Novembro de 2008

Ana Tristany
texto de apresentação
Dentro das diversas categorias passíveis de situar a pintura de Ana Tristany, poderíamos falar de expressionismo abstracto, pintura matérica, gestualismo, action painting ou dripping, entre tantas outras correntes que alcançaram o seu carácter específico quer pelas técnicas quer pelas soluções espaciais que apresentaram dentro do denominador comum que é a Arte Informal.Ao restringir o seu trabalho a uma destas noções corre-se o risco de uma qualificação imprópria, insuficiente ou de mau uso dos conceitos, podendo essa relação entre o conceito e a obra atingir um grau elevado de contradições.Não me centro na técnica, centro-me na pintora. Quer se trate de arte abstracta ou de arte não figurativa, o trabalho de Ana Tristany está para além do âmbito das discussões em torno da abstração, situando-se numa categoria muito mais vasta que é a de “obra aberta”, postulada por Humberto Eco em 1962, altura em que na Europa se assitia à proliferação de objectos de arte cujas formas indeterminadas convidavam o fruidor a participar activamente na sua construção e concretização.Diante do trabalho de Tristany estamos perante um conjunto de pinturas em que as expressões, as manchas ou os signos aos quais a artista não atribuiu intenção, são passíveis de adquirir múltiplas e novas possibilidades de leitura, desafiando o observador a dotá-las de significado, tornando-se este processo numa ferramenta fundamental para a “conclusão” das composições.O seu trabalho torna-se assim, uma forma de investigação que realiza em parceria com quem observa, uma elaboração mental entre produtor e fruidor que não se sabe até onde vai nem de onde parte.à rapidez de execução postulada pelos informalistas como valor primordial, Tristany opõe uma pintura de duração que, ao invés da obsessão subjectivista daqueles, procura uma objectivação do processo – dripping – longe de se entregar meramente à repetição de gestos, rasgos e manchas desconexos, mas antes procurando dotá-los de continuidade orgânica, convertendo aparências informais em formas globais e enriquecidas estruturalmente.O termo dripping, de uma forma geral, reflecte um conjunto de manifestações diversas, muitas vezes anárquicas, caracterizadas tanto pela liberdade na escolha de materias e suportes como pela liberdade na criação de obras sem que nelas intrevenha qualquer organização voluntária, ordem ou esquema pré-estabelecidos, daí resultando um denso emaranhado linear e pontilhista, por vezes caótico, prevalecendo a matéria disposta mais ou menos ao acaso.No entanto, em contacto com a obra de Ana Tristany percebemos desde o início que trabalha em plena posse dos recursos técnicos e plásticos e, sobretudo, que os une à sua enorme intensidade intimista e tremendamente poética.Mais do que um conjunto de relações entre diferentes cores, a sua pintura é um veículo para expressar emoções, uma mescla entre cor e matéria onde podemos sentir o movimento do braço e do pulso, numa energia gestual espontânea onde a tinta é jogada, espirrando, gotejando e manchando as superfícies, habitando-as de efeitos visuais potenciadores de significados.Distanciando-se do gestualismo de carácter visceral, destaca a “abolição” da forma bidimensional na composição, substituindo-a por zonas de matéria pictórica muito elaboradas que chegam a criar verdadeiros relevos, numa busca incessante pela matéria que, no fundo, está na base da sua formação enquanto escultora.Transversal ao seu percurso, a ideia de que o ensino artístico perturba a carreira de um artista plástico não cabe na definição do trabalho que Ana Tristany tem desenvolvido ao longo dos anos com os seus alunos, nomeadamente no Colégio Militar.Dinamizadora de inúmeros projectos pedagógicos de vertente artística, o desenvolvimento do trabalho plástico em contacto directo com os seus alunos, privilegiando a pintura e a escultura enquanto caminhos para a indagação e experimentação, tem-lhe possibilitado abrir caminhos de inovação pedagógica promissores.A sua curiosidade e rigor intelectual, bem como a preocupação em fundamentar a acção pedagógica devidamente articulada com as estruturas directivas do Colégio Militar, têm sido os estímulos que a levam a percorrer estes territórios de pesquisa e reflexão plástica enquanto complemento das capacidades intelectuais e físicas dos alunos, contribuindo decisivamente para o despertar de sentidos que, por vezes, são alheios aos educadores.O trabalho desenvolvido por Tristany é um trabalho de acção, quer na vertente artística quer na vertente pedagógica, que se traduz não num simples jogo de extravagância formal e cromática, mas enquanto ferramenta de ensino que sistematicamente utiliza de forma planeada e ampla, numa espontaneidade que busca a expressão directa da imaginação.

Álvaro Lobato de Faria

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O MAC visitado pelos alunos do Colégio Militar numa iniciativa de Ana Tristany

Numa iniciativa de âmbito pedagógico registamos a visita às exposições de Mestre Figueiredo Sobral e de Albino Moura, promovidas pela Professora Ana Tristany e pelos seus alunos .
Todas estas iniciativas são de louvar pois correspondem a um culto de divulgação da cultura e da arte.
Assim,como temos divulgado estamos sempre abertos a iniciativas como esta, que se torna exemplar a nivel pedagógico e cultural.

Prof.Ana Tristany com os alunos


Álvaro Lobato de Faria com os alunos do Colégio Militar

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Homenagem a Figueiredo Sobral

Homenagem a
Mestre Figueiredo Sobral
Na verdade, Mestre Figueiredo Sobral é um buscador incessante de materiais e de formas a fim de dar sentido ao seu universo estético como suporte do discurso moderno.Quer utilizando a sua técnica dos relevos, cultivada desde os anos 60, em massa esculpidas num compromisso entre a pintura e a escultura de inspiração surrealizante ou de um realismo fantástico, ou quer expressando-se nas linhas simples de cores suaves das suas oníricas aguarelas ou materializando o pastel na criação esfíngica da boneca, no seu eterno feminino, ou nas visões cósmicas, Mestre Figueiredo Sobral configura a sua obra de grande qualidade no rigor e procura do surpreendente e do imprevisível.O mesmo labor e criatividade se projectam na escultura que merece um lugar à parte na sua obra e na história da escultura portuguesa.Com larga actividade em Portugal e no Brasil e noutros trabalhos monumentais, em lugares públicos espalhados pelo mundo, aplaudido pela melhor crítica, é tempo que Mestre Figueiredo Sobral ganhe o lugar universal que lhe compete.O Movimento Arte Contemporânea (MAC) é o espaço cultural que neste momento, muito se orgulha em o ter presente, com a sua excelente exposição individual "A Pintura e a Escrita”.
Álvaro Lobato de Faria
Director coordenador do MAC
___________________A Pintura e a Escrita
«A pintura e a escrita» é o título escolhido para esta exposição de pintura de Figueiredo Sobral, no MAC - Movimento Arte Contemporânea, cumprindo um seu velho sonho de aliar a poesia e os seus escritores de cabeceira à sua arte pictórica e escultórica.Deste modo, nestes 37 quadros povoam ecos de Eça de Queirós , em figuras representativas de uma sociedade de final do século XIX, onde a paixão, o vício e a ociosidade se entrelaçam em obras como A Relíquia, O Crime do Padre Amaro e Os Maias , cujo peso é bem sentido por aqueles que se intitularam a si próprios «Os Vencidos da Vida».Mas ainda dessa época , o pintor é fascinado por Camilo , na ironia da Queda dum Anjo e, por essa personagem de Calisto Elói, o político provinciano, que vai deixando cair as suas asas brancas à medida da sua ascensão, tal como diria Almeida Garrett no belo poema , com o mesmo nome, que é aqui pintado a espátula e a escárneo.É igualmente tocado pelo lado romântico de Camilo, em Amor de Perdição, nesse trio trágico-amoroso de Simão-Teresa-Mariana ou pela poesia de Flores sem Fruto de Garrett ou dos Sonetos de Bocage.Mas é Antero de Quental , o seu companheiro das noites insones, atormentado entre a fé e a descrença num Deus que sonhou e que é corporizado em quadros como «Ignoto Deo», «Na Mão de Deus», «O Crucificado» e «Mater Dolorosa» ou nesse poema contundente e desesperado de Alberto Lacerda, «Deus é uma blasfémia», que o pintor intitula «Carregando a terrível pedra de Sísifo ….Ehh, humanidade!!».No sentido crítico, mesmo no âmbito do sagrado, estão as suas preocupações sociais que são desmitificadas através da ironia, plasmada em tinta e pincel e ilustrada com poemas de Alexandre O’Neill ou de Manuel Bandeira. Num libelo contra a guerra erguem-se as vozes do poeta medieval João Zorro, ou de Fiama Hasse Pais Brandão.O seu próprio lirismo de pintor-poeta é assumido em poemas como «A morte de Manolete» e «Histórias com gritos de sevilhanas», encarnando a História Ibérica e ecos de Guernica. Portugal e os seus mitos, D.Sebastião e Marquês de Pombal, ressurgem nas suas telas e na voz de Camões ou na sageza histórica de Latino Coelho. ´A dimensão filosófica de Umberto Eco ou de João Rui de Sousa é captada na subtileza do relevo e da subversão da forma e da cor.Erguem-se, num cântico de amor, D. Quixote e Dulcineia, celebrando o sonho e a aventura dos eternos amantes. A beleza da mulher e a sua nudez visualizam-se na beleza cristalina da poesia de Camilo Pessanha ou de Adalberto Alves. Natália Correia e Florbela Espanca sugerem o mistério do amor, corporizado pelo pintor na sua forma surrealizante e barroca de se exprimir.E, finalmente, numa homenagem à mulher palestina e ao seu povo, Figueiredo Sobral dá vida ao poema de Mahmoud Darwish, (poeta palestino): «Juro!/ Que hei-de fazer um lenço de pestanas/ onde gravarei poemas aos teus olhos»É esta a mostra que o Mestre nos tem para oferecer, numa fase difícil da sua vida, em que cada vez mais interioriza a sua visão do mundo, isolando-se para se encontrar a sós com a sua arte, num diálogo que só ele entende, como dádiva miraculosa e perene que os deuses lhe ofertaram.
Elsa Rodrigues dos Santos
Lisboa, 9 de Março de 2005

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Meu caro ÁLVARO Lobato Faria,

…tudo farei – apesar das limitações estranguladoras do meu “tempo disponível” - para estar presente, pelo menos, nesse evento (culturalmente tão importante!) que será a homenagem ao José Maria FIGUEIREDO SOBRAL, a quem – para além da sua representatividade exemplar na (ir)realidade do universo riquíssimo das Artes Plásticas Portuguesas - …me liga uma fraterna amizade, consagrada ao longo de 49 anos …e ½ (entre a convivialidade permanente e a distância física, porém de imperecível comunhão mundivivencial) !!!

Peço-lhe que tente passar esta mensagem à Elsa (cujo contacto e-mail da Sociedade de Língua Portuguesa me parece ter “desaparecido”) …

…e receba o meu afectuoso reconhecimento, acrescido do louvor que o seu mérito, particularmente, me merece, pela persistência, decidida e valiosa, com que, infatigavelmente, tem lutado, pela reabilitação das “formas da fala” onde a memória cultural da nossa Portugalidade se afirmam …em nome do tempo, do espaço e, do Amor.

Aceite o abraço amigo do

José-Luis Ferreira

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Parceria com Niram Art


No âmbito da parceria estabelecida entre o MAC-Movimento Arte Contemporânea e a Niram Art Magazine inaugurou hoje,16 de Setembro de 2008,pelas 19 horas no MAC, Rua do Sol ao Rato 9C em Lisboa, a exposição de Romeo Niram Brancusi:E=mc2, fundador daquela publicação
A mostra está patente na Rua do Sol ao Rato 9C em Lisboa e encerra a 30 de Setembro.

“Romeo Niram, pintor de reconhecido mérito, com personalidade fortemente expressiva, de uma espontaneidade à flor da pele, e de um virtuosismo incontestável, habituou-nos a ser, entre figurativo e abstracto, uma testemunha sensível da nossa época. O que Romeo Niram nos propõe através das suas pinturas, são ideias, pensamentos e conceitos plenos de paixão e energia, contundentes na sua construção e morfologia, uma forma de renovação da Arte através de uma obra responsável levada com directrizes dirigidas a deveres artísticos.”
Álvaro Lobato de Faria
Director coodenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea
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A mostra estará patente com o horário seguinte:
segunda a sexta das 13h às 20h.
sábado das 15h às 19h
domingo por marcação tm 962670532
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À Niram Art Magazine foram atribuídos pelo MAC-Movimento Arte Contemporânea o MAC'2007 IMPRENSA e o MAC'2008 DISTINÇÃO pelo mérito cultural na divulgação da arte promovida por aquela publicação.
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______________Mensagens_______________
Álvaro Que seria das "trovas" sem "o vento que passa"?! Pedi ao poeta o conceito imagético e manipulei o sentido. Sim, que seria das "trovas"? Arrecadadas, muito certamente. Primeiro ordenadamente arrumadas no lugar previlegiado do sótão, depois progressivamente amontoadas, relegadas para o canto esconso: poeira, sujidade, degradação. Perdem brilho e cor, opacidade e transparência. Perdem o sentido que pretendiam. Esquecidas antes de lembradas: aviltante modo do (não) existir. Por tantas "trovas" que coloca no "vento que passa", pelas minhas lhe agradeço e por todas o felicito.
Porfírio Alves Pires/por email
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Reabertura na nova época


Álvaro Lobato de Faria,director coordenador do MAC
Joana Paiva Gomes,directora adjunta do MAC
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Convido-vos de novo a visitar,

a partir do dia 1 de Setembro,

das 13 às 20 horas, nos dois espaços MAC,

com novas obras,

a colectiva comemorativa do 14º Aniversário.

Rua do Sol ao Rato 9C

Av.Álvares Cabral 58/60

Estaremos a vossa espera!

sábado, 2 de agosto de 2008

Imprensa romena_Niram Art Magazine on line



Conferência dedicada a

"CONSTANTIN BRANCUSI ,vida e obra"

por Álvaro Lobato de Faria,

noticiada em Niram Art Magazine

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Testemunhos

nota: foram retiradas duas mensagens desta lista a pedido do autor das mesmas.
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Madrid, 26 de Julho 2008

Exmos. Srs. Álvaro Lobato de Faria e Zeferino Silva,

Há já alguns anos que os nossos caminhos coincidiram, encontrando na prestigiosa instituição que é o MAC, um lugar único onde a efervescência artística se conjuga com a energia e força de vontade necessária para poder levar ao cabo tantos projectos. Mais que uma simples galeria de arte, o MAC soube convertir-se num centro cultural e artístico de todo o mundo lusófono.
É com grande prazer que podemos, como revista internacional, levar ainda mais longe o eco das suas actividades, dando a conhecer e tomando como exemplo para o nosso público espanhol, a essência do MAC. Ainda não se perdeu o tempo das antigas tertúlias culturais, dos convívios entre artistas e os amantes da arte, como a celebração-festa do aniversário o confirmou. Agradecemos a distinção oferecida, um gesto simbólico que tanto nos comoveu, e não podemos deixar de apreciar a atenção dada a todos os detalhes, a sensibilidade e a beleza das estátuas-troféu (da autoria do grande mestre João Duarte ) e das distinções oferecidas.
Gostaríamos de vos felicitar uma vez mais pelo seu 14º aniversário, o que significam 14 anos de infatigávéis esforços, de inúmeros projectos e parcerias. Conhecendo bem o mundo das artes portuguesas, só podemos realçar a abnegação e a luta constante, as vezes contra as marés que o MAC sempre soube ganhar, sendo o seu ganho o ganho das artes portugueses.
Damos também os parabéns à Dra. Joana Paiva Gomes e desejamos que tenha todo o sucesso como responsável pelas relações exteriores. Acreditamos na sua competência e sensibilidade que brilharam neste evento.
Desejando cada vez mais uma maior visibilidade dos talentos portugueses, dos grandes Mestres e artistas emergentes que Portugal tem, no panorama artístico europeu, e alegrando-nos de podermos oferecer aos nossos leitores espanhóis uma incursão no mundo maravilhoso da arte portuguesa contemporânea, estamos sempre abertos a divulgar e promover a qualidade dos eventos artísticos realizados pelo MAC.
Em nome de todos os que formam o colectivo da revista Niram Art juntamo-nos à vossa celebração, que é a festa da arte e da cultura portuguesa.

Niram Art Magazine

Romeo Niram, Fundador
Rares Naghiu Barbulescu, Director
Mario Barangea, Chefe de redacção
Eva Defeses, Redactor
Thomas Abraham, Redactor
Javier de la Fuente, Redactor
Teresa Carvalho, Redactor
Ángeles Rodriguez, Redactor
Lora Haranaciu, Redactor
Sofia D’Addezio, Redactor

Caros Amigos

Com um grande abraço, agradecendo a Vossa simpática carta, vinda de uma Entidade que sabe e conhece o grande esforço e amor ao ofício, para se conseguir transmitir e defender as nossas ARTES e a LINGUA PORTUGUESA, no nosso país e no Mundo.
Obrigado á GRANDE revista cultural NIRAM ART MAGAZINE, á EVA DEFESES e a todos os Vossos demais colaboradores que subscreveram a carta, por nos continuarem a acompanhar e a divulgar tão de perto e testemunhar com conhecimento de causa o nosso trabalho.
A nossa parceria que Vocês têm sabido manter inteligentemente e com grande admiração, tem sido muito profícua para as Artes em geral e um grande reforço para a divulgação das ARTES PORTUGUESAS no mundo.
Continuem com o Vosso entusiasmo e esforço, pois servem de grande exemplo ao que infelizmente não é feito injustamente sobre a divulgação de tão nobre ofício, que são as artes em geral.
Muitos PARABÉNS, bem merecidos e o abraço de agradecimento e muito amigo nosso, do MAC e de todos os artistas e visitantes do MAC que muito os admiram e aplaudem.

Álvaro Lobato de Faria
Director Coordenador do MAC

Zeferino Silva
Director do MAC

Joana Paiva Gomes
Directora Adjunta do MAC

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Caro Pedro Inácio

Com um abraço, agradecendo esta sua simpática mensagem de uma pessoa que sabe e conhece o grande esforço e amor ao ofício para se conseguir transmitir e defender as nossas ARTES e a LINGUA PORTUGUESA, no nosso país e no Mundo.
Obrigado Dr. Pedro Inácio por nos continuar a acompanhar tão de perto e testemunhar com conhecimento de causa o nosso trabalho.
Álvaro Lobato de Faria
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Caro Alvaro L. Faria
No decurso da minha actividade profissional, tenho constatado o seu empenho e o incremento do MAC, no universo das Artes Plásticas.
Reconhecendo este seu interesse pelo Conhecimento, sobretudo no âmbito artístico nacional, gostaria de felicitar o MAC pelo seu 14ª aniversário, fazendo votos que mais (novos) projectos possam continuar a dignificar essa Casa de Arte e a nossa Cultura.
Felicidades.
Um grande abraço

Pedro Inácio
MUSEU DA ÁGUA DA EPAL
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Dr. Mendes Machado

Com um abraço, agradecendo este excelente testemunho de uma Entidade que sabe e conhece o grande esforço e amor ao ofício para se conseguir transmitir e defender as nossas ARTES e a LINGUA PORTUGUESA, no nosso país e no Mundo.
Obrigado Dr. Mendes Machado por nos ter acompanhado tão de perto desde sempre e testemunhado com conhecimento de causa o nosso trabalho.

Álvaro Lobato de Faria
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Caros amigos do MAC,

Aproveito para agradecer mais uma vez a todo o MAC a surpresa que me fizeram com a atribuição do prémio "Personalidade Cultural 2008". Como referi na altura, "fui totalmente apanhado de surpresa", pois o segredo foi bem guardado!
Chegar à idade adolescente dos catorze anos nas lides da Arte (e muito concretamente das Artes Plásticas) é, por si só, em Portugal, um acto digno de louvor pelas várias dificuldades e obstáculos que se tem que enfrentar no dia-a-dia.
A divulgação de artistas portugueses em "casa" e no estrangeiro (sobretudo daqueles que parecem ter caído, desmerecidamente, no esquecimento - prémio atribuído ao já desaparecido Nelson Dias) e o apoio a artistas africanos têm sido as principais actividades do MAC.
Debruço-me especialmente nesta última, motivado por um comentário publicado no vosso blogue e que questiona a actividade do MAC no que diz respeito à Lusofonia e no apoio à língua portuguesa. Ora, não é só a atribuição do prémio "MAC Pintura 2008" ao Roberto Chichorro que constitui prova desta actividade lusófona. Nos muitos anos de colaboração que me ligam ao MAC, sobretudo no desempenho da minha actividade profissional em África, pude ser testemunha das actividades deste Movimento quer em Cabo Verde quer na Guiné-Bissau, das muitas amizades feitas e do carinho que muitos artistas, estudantes e professores universitários africanos têm pelo MAC. Nenhum deles, certamente, se oporia a este meu testemunho.
Quanto à atribuição do prémio "MAC 2008 Distinção" à revista romena "Niram Art", a divulgação da arte portuguesa que esta revista tem feito junto dos leitores romenos e internacionais, só por si, justifica este novo prémio (segundo noutra categoria).
Não cabe ao MAC substituir-se a entidades estatais que deveriam "seguir" o que se escreve no estrangeiro e os mais importantes "sítios" (eu gosto de lhes chamar "montras electrónicas") promovendo a tradução em língua portuguesa e a utilização da nossa língua no máximo de "montras electrónicas" estrangeiras. Só conheço um Observatório da Língua Portuguesa e até esse foi criado por um professor que não desempenha agora quaisquer funções oficiais para além de leccionar como tantos outros milhares de professores de Português. As repetidas e (até agora) insuperáveis dificuldades do IILP (Instituto Internacional de Língua Portuguesa) só podem confirmar este meu raciocínio.
Um exemplo gritante disto é (para ficarmos só pela Roménia!) o "Observator Cultural" (
www.ObservatorCultural.ro) que apresenta textos traduzidos em línguas como o holandês ou o polaco, mas nada em língua portuguesa.
Não querendo ser um mero advogado do MAC, mas também porque conheço o autor do texto e tivemos já várias e boas conversas em torno da língua e da cultura, não posso deixar de "lavrar" aqui o meu testemunho. O trabalho do MAC ao longo destes 14 anos e o que conheço dele assim o exigem!

Luís M. M. Machado
Ex-Conselheiro Cultural e de Imprensa
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