Créditos

Direcção,Organização,Redacção: Álvaro Lobato de Faria

sexta-feira, 13 de junho de 2008

"Ser artista hoje" debate


_______________________________

Decorreu no anfiteatro do Colégio Militar uma mesa redonda subordinada ao tema "Ser Artista Hoje", numa parceria entre aquela instituição e o MAC-Movimento Arte Contemporânea.
Em representação do MAC participaram Mestre Hilário Teixeira Lopes, Pintora Teresa Mendonça, Escultora Andreia Pereira.
Foi coordenador e moderador o Dr. Álvaro Lobato de Faria, director coordenador do MAC.
Este evento demonstrou ser de elevado valor cultural e pedagógico,dado o vivo interesse demonstrado pelo público, muito especialmente pelos alunos que participaram vivamente,questionando a mesa com muita curiosidade, por todos os problemas que envolvem as Artes Plásticas, desde os problemas da critividade, concepção e finalidade até aos complexos esquemas de mercado.


Queremos dar especial relevo ao exaustivo e produtivo trabalho da Professora Ana Tristany, pela motivação incentivada nos alunos, pela extrema correcção e disciplina destes e congratular-mo-nos pelo brilhantismo dos resultados conseguidos,expressos na magnífica exposição de escultura da autoria dos alunos sob sua coordenação.
No final foi oferecida ao Dr. Lobato de Faria uma peça escultórica executada em equipe,na qual foi inserida uma frase de sua autoria.
Aos artistas presentes foi oferecida uma medalha comemorativa do evento.
Desejamos para um futuro próximo novas realizações deste tipo, que ,pelo seu caráter pedagógico ,extremamente bem organizado,só poderão contribuir para o desenvolvimento e divulgação da nossa cultura, sobretudo, no campo das artes plásticas e salientamos o papel extremamente digno do Exmo Senhor Director do Colégio Militar Major General Raul Jorge Passos que amavelmente nos recebeu e acompanhou, sendo de elogiar o entusiasmo com que acompanhou tão nobre iniciativa.









No dia 12 de Junho os alunos do 4º Ano fizeram a inauguração da sua exposição de escultura intitulada “Impensável”.




Escultura oferecida ao Dr. Álvaro Lobato de Faria


As Artes Plásticas marcaram presença com uma mesa redonda com o tema “Ser Artista, Hoje” promovida pelo Movimento de Arte Contemporânea (M.A.C.), com o qual o Colégio Militar celebrou recentemente um protocolo de cooperação. O Dr. Álvaro Lobato de Faria, director do M.A.C., foi o moderador da mesa que contou com a presença do grande Mestre Hilário Teixeira Lopes, da pintora Teresa Mendonça e da escultora Andreia Pereira. Foi uma oportunidade única, e muito participada, para alunos, pais e professores poderem esclarecer as suas dúvidas sobre Arte.
No fim, os alunos do 4º Ano ofereceram ao director do M.A.C. uma escultura realizada por eles, em que estava inscrita uma frase do Dr. Álvaro Lobato de Faria “A Arte para ser reconhecida como tal precisa de ser vista, sentida...”.
O evento contou ainda com a presença do nosso talentoso fadista, o aluno finalista, Gustavo Pinto Basto, que nos presenteou com alguns temas da sua autoria. Por fim foi apresentado um filme alusivo à actividade de escultura que os alunos desenvolveram ao longo deste ano.


Mesa Redonda no Auditório do CM


Pormenor da Exposição

Agradecemos por fim à direcção do Colégio Militar, na pessoa do nosso Director Major General Raul Jorge Passos, o apoio e interesse demonstrado por esta iniciativa, que muito contribuiu também para o seu sucesso.
Os alunos do 4º Ano estão de parabéns!
A exposição de escultura foi um grande sucesso e segundo palavras da escultora Andreia Pereira faria a inveja a muitos alunos finalistas de Belas Artes!

Professora Ana Tristany

Fotos: Aluno nº 442 - Vieira


domingo, 8 de junho de 2008

Roberto Chichorro :: "tempo de noivamentos com flores de ser jacarandá"

Vai estar patente no
MAC-Movimento Arte Contemporânea
Av.Álvares Cabral ,58/60 em Lisboa,
até 27 de Junho
a exposição de
Roberto Chichorro
"tempo de noivamentos
com flores de ser jacarandá"
de segunda a sexta das 13h às 20h
sábado das 15h às 19h
e domingos por marcação tm 962670532
Tempo de prendas

Serenata para noiva e cabra vermelha

Regresso Musicado


Namoro em tempo de flor jacarandá
__________________________
:::::texto do catálogo:::::
Roberto Chichorro situa-nos no exacto lugar entre a pintura e a poesia. A sua africanidade é a sua estética e poética, o seu fundamento e a sua inspiração longínqua.
Revela-nos as memórias da alma num horizonte temporal pressentido, muito para alem da magia do sonho possível.
A pintura de Roberto Chichorro contem-se num tempo essencial, espacial e rítmico de um “eros” onirico e musicalizado, marcada por um colorismo emanente de mitos e ritos que se situam nas suas raízes e referências africanas, na ingenuidade possível de um tempo escolhido entre a memória e a poesia.
Por invisíveis elos que se estabeleçam entre as telas analisadas, uma inter conexão de sentidos, cuja interpretação faz aflorarem significados submersos, inscritos no inconsciente histórico dos contextos sociais onde se geraram as obras do pintor.
Na pintura de Roberto Chichorro, cores, sons, formas harmonizam-se de forma a criar um universo poético que se exprime também pelos títulos das telas, através dos quais se envolve na matéria da poesia. O onirismo pictórico das obras de Chichorro dialoga com uma poética “chagaliana”, entre a impossibilidade do possível onde os sonhos reconhecidamente se revelam pela sua constância.
Não poderemos deixar de reconhecer, assim, na sua obra certos aspectos europeizantes, não deixando nunca de revelar, apesar disso, também a memória do seu país natal e da sua infância passada.
As telas de Roberto Chichorro apreendem para alem e apesar do seu cromatismo, os sonhos destruídos pela exigência da história do seu país que os homens quiseram escrever.
Revelará ainda a pintura de Chichorro, alegoricamente, momentos reprimidos do outrora, na tristeza dos olhares, na negritude das sombras e dos rostos em que se repete a desconfiança e o medo, contidos porem num erotismo onde uma capacidade narrativa apela a uma poética dimensional do “eros”.
Assim, entre o medo e o sonho, Roberto Chichorro recupera a história, numa perspectiva de reconstrução do amor e do sonho, onde se fundam e fundem os eternos luares.



quinta-feira, 22 de maio de 2008

Maria João Franco "tu não aconteces ,quando eu te quero"


Vai estar patente nos dois espaços MAC,

até 30 de Maio de 2008

a exposição de

Maria João Franco

"tu não aconteces, quando eu te quero"

Esta mostra pode ser visitada de segunda a sexta,das 13h às 20h

sábado,das 15h às 19h

e domingos por marcação tm 96 267 05 32

MAC-Movimento Arte Contemporânea

Rua do Sol ao Rato 9c,Lisboa

tel/fax :: 21 385 07 89

tm :: 96 267 05 32

Av.Álvares Cabral,58/60 Lisboa

telf :: 21 386 72 15

domingo, 11 de maio de 2008

Comentários a exposição "tu não aconteces, quando eu te quero" de Maria João Franco

Primeiras reacções à excelente exposição
da grande Pintora Maria joão Franco
que comissariei,seguindo este projecto
para as Ilhas e Estrangeiro
"tu não aconteces,quando eu te quero"

Ao ler estas imagens,
Maria João,regredi ao passado dos meus 15 anos...
Agora, com 46, continuo...
Parabéns!
Sou Alzira Lima, e me confesso: que dor esta de não ser capaz de brilhar as minhas palvras com imagem? Que pincel não se agarra em minha mão?
10 Maio 2008
Alzira Lima de Jesus Castro Pinto
12:25 AM
::::::::::::::::::::::
ANA BERNACCHI disse...
ADOREI
Trabalho forte e leve, com tonalidades etéreas, e cheias de emoção.
Não pode deixar de ser vista, essa produção de competência e virtuosismo.
PARABÉNS
ANA BERNACCHI
Escultora e Critica de Arte - BRASIL
11:46 AM
:::::::::::::::::::::::
João Abreu disse...
Querida Maria João Franco, antes de mais nada, os meus mais profundos Agradecimentos por tanto! Parabéns Mestre!... Bem hajapor tudo que faz pelas Artes Plásticas do seu País! Parabéns ao MAC na pessoa do nosso Patrono Prof Dr Álvaro Lobato de Faria e Eng Zeferino. Parabéns a todos qts integram o MAC. A Mestre mais uma vez gratificou uma Nação com uma exposição onde assentam os valores Plásticos arrancados da Alma, cozinhados num Conhecimento Filosófico e Cultural da observação e, técnica plástica ímpar. Não não Maria João, não exagero não. Das Obras que me foi grato observar e que fez o favor de me honrar enviando-me via net, fiquei estático e em silêncio. Colhi delas toda a conduta num percurso elevadíssimo para que se torne Evolução e Crescimento até se atingir o imparável. O encontro ou pelo menos o roçar do corpo com o espirito. Uma Obra da Maria João Franco é esse Percurso. Obrigado por tanto me dar. E é nessa Nobre Humildade que se recebe por tanto entregar ao Conhecimento e Estudo da coorelacção do Existir!... Um beijo de gratidão do João Abreu
Pintor

::::::::::::::::


Obrigada, querido amigo.
Quisera eu poder ir ter com vocês aí em Portugal e ver de perto a exposição da minha querida Maria João.
Fico aqui , à distância, a admirar tudo.
Um beijo carinhoso da amiga de sempre.
Shirley

Querida Maria João,estou aqui, ainda enlevada pela beleza da tua pintura e o encanto do poema que está no press release.
Tocou-me a alma.
Parabéns pelo merecido sucesso.
Esás sempre no meu coração.

Shirley

UNIGRANRIO,Rio de Janeiro-Brasil

::::::::::::::::::::::


sexta-feira, 9 de maio de 2008

Ainda "tu não aconteces,quando eu te quero"

Álvaro Lobato de Faria no ambiente de trabalho,
tendo em fundo um quadro de Maria João Franco


Inaugurou no dia 6 de Maio de 2008 pelas 19 horas
nos dois espaços MAC-Movimento Arte Contemporânea
a exposição de Maria João Franco
"tu não aconteces , quando eu te quero",
concluindo,assim, a segunda e última parte do projecto da Pintora.
A mostra estará patente até 30 de maio nos dois espaços MAC,
e seguirá em itinerância pelo Paìs, Ilhas e estrangeiro em Instituições Oficiais,
sendo comissariada por Álvaro Lobato de Faria
que fará uma apresentação da mostra
com uma palestra sobre a excelente obra da Artista.

Pintora Maria João Franco



Ana Bernacchi,importante critica brasileira

deslocou-se do Rio de Janeiro para a inauguração da exposição.

terça-feira, 22 de abril de 2008

MAC||Maria João Franco::"tu não aconteces,quando eu te quero"


Como comissário no Museu da Água, em Lisboa, para o projecto de

Maria João Franco,

"tu não aconteces, quando eu te quero"

que tem como base o desenvolvimento de uma linguagem poético/plástica,
Álvaro Lobato de Faria
apresenta agora no MAC-Movimento Arte Contemporânea,
a segunda parte do projecto,
para cuja inauguração no dia 6 de Maio pelas 19 horas,
convida Vossas Excelências.

MAC-Movimento Arte Contemporânea.

A mostra daquela artista,
com novas obras, que complementam a anterior,
subordinada ao mesmo tema,
"tu não aconteces quando eu te quero"
inaugura no dia 6 de Maio de 2008 pelas 19 horas,

e estará patente nos dois espaços MAC
até 30 de Maio de 2008
Rua do Sol ao Rato, 9C
1250-207 Lisboa


Tel./fax 21 385 07 89
tm: 96 267 05 32

Av. Álvares Cabral 58-60
1250-072 Lisboa
Tel: 21 386 72 15
Tm: 96 267 05 32
horário: segunda a sexta das 13 às 20 horas,
aos sábados das 15 às 19 horas
e Domingos e feriados por marcação
tm: 96 267 05 32.
__________
__________________

"este cais em que naufraguei" 1

Tecn.mista s/tela
80.100 cm

2008
___________________________________________________________________



Maria João Franco
Nasceu em Leiria em 1945. Tem o curso de Pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa.Frequentou o curso de Arquitectura de Belas Artes do Porto.Comenda e Medalha de Mérito e Cultura atribuído pela Associação de Artistas Plásticos e Desenho Brasileiros.Desde 1982, participou em várias exposições colectivas e, a partir de 1985, realizou diversas exposições individuais quer em Portugal quer no estrangeiro.Em 1997 executou um cartão de tapeçaria para Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, cujo 1º exemplar faz parte do acervo do Sr. Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio.Fez parte do júri do concurso “32 Jovens Pintores” com o Alto patrocínio da Presidência da República Portuguesa integrado nas Comemorações do 10 de Junho de 2000-Dia de Portugal.Trabalha como artista convidada em cerâmica artística na Keramos – Condeixa.Convidada pela Foundation for the Support of Monestery Bentlage para participar noInternational Summer Workshop em Rheine – Alemanha Agosto 2005.Em 2005 executa um painel alusivo a “O Motim” de Miguel Franco inserido no Teatro Miguel Franco em Leiria.Funda em 2006 o jornal on-line “Casamarela5b & ARTS” em homenagem ao Pintor Nelson Dias.
http://www.casamarela5b.bogspot.com/
Está em estreita colaboração com as actividades culturais e artísticas do MAC-Movimento Arte Contemporânea, Lisboa.
Prémios:1987 – Prémio de edição na “IV Exposição Nacional de Gravura” – Gravura/Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; / 1º Prémio do concurso de Gravura Integrado no Ano Europeu do Ambiente - Setúbal/Beauvais; /2006- Prémio MAC’2006 Carreira – MAC Movimento Arte Contemporânea – Lisboa; /2007- Premio MAC’2007 Prestígio – MAC- Movimento Arte Contemporânea – Lisboa; /Representações:Está representada nas seguintes instituições: Museu de Setúbal; Cooperativa dos Gravadores Portugueses, Gravura em Lisboa; Colecção da Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Museu Armindo Teixeira Lopes, Mirandela; acervo da C.M. Lisboa, Coimbra, Amadora e Abrantes; colecções particulares em Portugal, Itália, Espanha, França, Suíça, Brasil, EUA e Holanda.
_______________

texto do catálogo
Ao longo de quarenta anos de carreira, Maria João Franco, tem vindo a ser uma intransigente pesquisadora de verdades e de liberdades interiores, não cessando de se transformar – mantendo-se, no essencial, fiel a si mesma.Maria João Franco perfaz o contorno, realiza o movimento, concretiza a ideia num imaginário pictórico único que lhe atribui um lugar marcante nas artes plásticas portuguesas.A sua arte tem uma estreita relação com o corpo, com o corpo das coisas, com a ideia primeira de matéria mater, que refaz incessantemente numa busca interminável, como se procurasse o princípio e o fim de um todo que sente ser o nosso, mas, na sua pesquisa, anseia sempre por um fim ou princípio outro.Aqui assenta toda a diversidade da sua obra em que o fio condutor submerge e emerge, consentindo e confirmando toda a sua versatilidade como artista plástica, como criativa e autora.No envolvimento cálido e terno nas pinturas que figuram a nossa condição, e que confere harmonia e beleza à trivialidade do quotidiano, sabe-se a vontade e o modo de subtrair riqueza plástica a um seu muito pessoal universo imagético.O grafismo, aqui afirmado como elemento estilístico, afirma a autonomia da cor, que polariza e atrai a fluidez antropomórfica das formas, é na sua obra de uma importância fundamental.Fala-nos pela incidência da cor que transporta e assume o papel de interlocutor entre a obra e o espectador.Estamos agora perante uma artista sem hesitações, de um saber constante e ritmado, onde cada tomada de consciência nos abre o caminho para o seu mundo multidisciplinar, onde cada gesto tem o sabor de uma certeza.A arte de Maria João Franco, extraordinariamente sensível na fluidez da linguagem das formas, na vigorosa materialidade da cor, na força e no encanto da sua evasão e do seu êxtase, é uma fascinante e esplêndida aventura espiritual e técnica.As suas obras, são pois materialização de anseios e de sonhos, notas de realce, na Pintura Portuguesa Contemporânea.A devoção e o grande profissionalismo, a continuidade e o grande empenho que Maria João Franco nos transmite nas suas obras, revelam-nos estar perante uma grande pintora e uma excelente artista, reconhecida não só em Portugal como internacionalmenteEm “tu não aconteces, quando eu te quero” título da exposição que agora nos apresenta, mostra-nos a sua constante evolução, a sua busca sem fadiga, a qualidade intranquila da sua poética, que faz de cada momento uma reencarnação imprevisível, nova uma conquista, um constante enriquecimento.O vigor e qualidade do conjunto destas obras fará, com toda a certeza, que ele ocupe um significativo lugar na excelente pintura que Maria João Franco vem construindo e a que já nos habituou, confirmando o grande talento e sobretudo a surpreendente qualidade técnica e criativa desta grande artista das artes plásticas do nosso país.


Álvaro Lobato de Faria

Director Coordenador do MAC-Movimento Arte Contemporânea

_____________
press release


"tu não aconteces, quando eu te quero

não falas ainda, quando eu te escuto.

tu não dizes, quanto eu te encontro.

Tempos passados de saber sentido

Tempos esquecidos de saber sofrido

Não sabes ainda quanto eu te entendo."

M.J.Franco

2008


Numa pesquisa, aliada a uma auto reflexão constante do ser/estar criado e recriado, ainda que numa atmosfera imersa, paradigma de todas as realizações encontradas, e não…Que o título da exposição: “tu não aconteces, quando eu te quero” denuncia já a busca incessante do encontro efectivo e afectivo com a “coisa” /”pessoa” amada.O universo plástico em que me situo denuncia-se pelo equívoco meio das ilusões em que as leituras várias se sobrepõem deixando ao espectador o disfarce amplo para as múltiplas e constantes leituras.“tu não dizes, quanto eu te encontro” negação aparente de diálogo com a ”coisa” em que o “quanto” nega ainda o dar a conhecer a infinidade das possibilidades dele mesmo.“não sabes ainda quanto eu te entendo” é o passo anunciado para a próxima realização em que o acto está já contido no “tu não te encontras, quando eu te quero” ,impossibilidade de simultaneidade de actos e realizações de ser e estar afectivo e efectivo.Poema/projecto de formalização autobiográfica e plástica, “tu não aconteces, quando eu te quero” tem agora lugar no MAC-Movimento Arte Contemporânea a 6 de maio de 2008 .

Maria João Franco

Lisboa, Abril/2008

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Agradecimento VOLTE FACE

Prof.Esc. João Duarte apresentando a

Exposição do 10º aniversário do "Volte Face"


AO VOLTE FACE
Muitos parabéns pelo 10º aniversário do VOLTE FACE que tanto tem orgulhado o nome de PORTUGAL na apresentação da medalha contemporânea em todo o mundo.
Sinto muito orgulho por VOS conhecer, ser Vosso admirador incondicional, e ter colaborado um pouco convosco, o que enriqueceu em muito, os meus conhecimentos culturais.
Se me permitem um abraço muito especial a todos, com incidência ao grande medalhista português e grande impulsionador e criador do VOLTE FACE, o grande MESTRE Professor Doutor Escultor JOÃO DUARTE, e á sua excelente colaboradora Escultora ANDREIA PEREIRA, a quem muito admiro.
Estão realmente de parabéns pelo grande contributo que têm dado á medalhística do nosso país.
Álvaro Lobato de Faria



Álvaro Lobato de Faria (Conselho de Honra do Volte Face),Pintora Teresa Mendonça,e Mestre Hilário Teixeira Lopes(à esq),Dr.Luis Costa e Dra.Joana Gomes(à direita)


Caro Álvaro,
é com muito prazer que recebemos as suas palavras de apoio e carinho. Muito nos honra a colaboração que temos desenvolvido com o MAC, instituição fundamental na divulgação da Medalhística Contemporânea Portuguesa.
A coragem que demonstrou ao apresentar, pela primeira vez, num espaço comercial, exposições individuais de Medalhística, só demonstra como o Álvaro está um passo à frente dos profissionais do seu ramo e do seu tempo. Esse arrojo, permite-nos hoje, reconhecê-lo como um parceiro fundamental do Volte Face, indispensável à divulgação da Medalha e dos medalhistas portugueses.
A nossa gratidão pelo excelente trabalho que tem desenvolvido.
Um forte abraço,
Andreia

Nota::Andreia Pereira foi premiada pelo seu trabalho e dedicação ao Volte Face